TOP 5 países mais perigosos no MUNDO para mulheres:

18 de junho de 2011 | Postado por Marina em Curiosidades Culturais pelo Mundo

Bom, como todos sabem VIAJAR é definitivamente o assunto que mais me interessa nesta vida.

O simples fato de sair da rotina, experimentar outros temperos, outros ares e formas diferentes de ver o mundo é, acredito a razão essencial que me motiva a trabalhar muito para poder viajar sempre que posso e descobrir pouco a pouco cada cantinho do mundo.

Acho super legal esta vibe de moda do SPFW e até mesmo posso muito eventualmente achar um carro ou uma jóia bonitos, mas NADA, absolutamente NADA me dá mais prazer e me completa mais nesta vida do que CONHECER OUTROS MUNDOS.

Quanto mais viajo, mas valorizo também o Brasil, pelo clima, pela alegria e pela liberdade de expressão e espontaneidade. Claro que temosVÁRIOS problemas de saúde, educação e violência urbana seriíssimos, mas tirando a EUROPA, a América do Norte, a OCEANIA e alguns países Asiáticos, a verdade é que o Brasil não está MESMO entre os piores lugares do mundo para se viver.

Já escrevi um post sobre a situação de CUBA e de como me parece impossível me imaginar morando em uma ilha onde o governo me proibisse de ir e vir. Hoje, lendo o International Business Times achei um ranking me causou reflexão e sentimento de solidariedade.

 De acordo com a Thomas Reuters Foundation baseado em um ranking que avalia risco de saúde, violência e “crime de honra” de mulheres em todo o mundo, 213 especialistas nos cinco continentes foram ouvidos e foi desenvolvido um ranking que determina os cinco países mais perigosos para mulheres e ele segue abaixo:

 #1 Afeganistão:

 Corrupção, pobreza, condições de saúde, violência não sexual e discriminação econômica o Afeganistão fica em primeiro lugar no ranking. As chances de uma mulher morrer durante trabalho de parto por lá é de 1 a cada 11 nascimentos (altíssimo). Além disso, 87% das mulheres são analfabetas e 80% delas são vítimas de casamentos forçados.

 #2 Congo:

Ainda com rastros visíveis de uma guerra que durou de 1998 a 2003 e que foi responsável pela morte de mais de cinco milhões de pessoas, a República Democrática do Congo tem o maior índice de violência sexual contra mulheres do mundo. Mais de 1000 mulheres são estupradas diariamente de acordo com o American Journal of Public Health. Além disso, 57% das grávidas têm anemia.

 # 3 Paquistão:

Práticas culturais, tribais e religiosas locais incluem ataque às mulheres. Mais de 1.000 mulheres e crianças são vitimas de “crime de hora” todos os anos de acordo com o Pakistan’s Human Rights Commission. Além disso, 90% das mulheres sofrem de violência doméstica e mais de 40% das mulheres casam-se forçadas antes dos 18 anos de idade.

 #4 Índia:

Casamento de crianças, tráfico de mulheres e violência doméstica colocam a Índia na quarta posição. Mais de 100 milhões de pessoas, na sua maioria mulheres e crianças são vítimas de tráfego de pessoas de acordo com a Indian Home Secretary Madhukar Gupta. Mais de 50 milhões de meninas foram declaradas “desaparecidas” nos últimos 100 anos e mais de 40% das mulheres casam-se de forma forçada antes dos 18 anos.

 #5 Somália:

Um dos países mais pobres, violentos e “sem lei” do mundo tem altíssimos índices de estupros e mutilação genital de 95% das mulheres com idade entre quatro e 11 anos justificados culturalmente como forma de purificação e que consequentemente impedem o prazer feminino. Além disso, existe um grande índice de mortalidade de mães e bebês no parto, apenas 9% das mulheres dão à luz em um ambiente equipado.

É triste mesmo ver que, em pleno século XXI, coisas assim seguem acontecendo! É inevitável também não imaginar: “E SE eu tivesse nascido no Afeganistão ou no Congo?!” “Quais seriam as minhas perspectivas de mundo, de futuro e mesmo de vida ou família”?!

Claro que algumas mulheres que nascem em realidades diversas muitas vezes não têm opção alguma e mal sabem como poderia ser outra forma de vida senão aquela que conhecem, mas achei importante compartilhar estes dados dramáticos destas mulheres guerreiras e sofridas mundo a fora.

Sei também que pouco (ou nada) podemos fazer para ajudá-las. A maioria de nós, certamente, nunca chegará à conhece-las. Então, este post tem só esta função: REFLEXÃO.

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

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