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TOP 5 lições fundamentais dos Jogos Olímpicos que todo Intercambista deveria aprender

01 de setembro de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes! Tudo bom?

A essência dos jogos olímpicos revela como os atletas e as equipes lidam com o desafio de serem melhores em suas modalidades, onde cada um, independentemente dos resultados, encontrou um esporte (atividade) que o levou a dedicar anos de suas vidas ou quase a sua vida inteira, para viver o encaixe perfeito entre a sua paixão, habilidades e propósito.Há uma infinidade de lições que os atletas de alta performance nos ensinam, e nesse post falaremos sobre TOP 5 lições fundamentais que  todo intercambista deveria saber:          

1a lição: Conheça a si mesmo e foco verdadeiramente no seu objetivo:

Isso começa antes ainda de sair do Brasil!Se você focar, será mais simples e fácil dedicar-se insanamente à melhoria habilidades necessárias para chegar aonde deseja. Seja ir para o país que sonhou,  seja conseguir valor que precisa investir  ou mesmo o resultado acadêmico que você precisa atingir..

2a lição: Treine e meça constantemente seu desempenho

Não existe intercambista que vença estudando ou se dedicando eventualmente. A rotina de preparação dos atletas é diária com medições diárias assim como deve ser o dos intercambistas. Qual a lógica disso? A excelência vem da prática deliberada, constante e aprimorada.

3a lição: Mantenha o seu controle emocional

Os atletas que ganham medalhas são aqueles que se preparam fisicamente e emocionalmente. A mente fraca desestabiliza qualquer habilidade que você tenha. Conheço pessoas maravilhosas que perderam oportunidades ímpares de ter sucesso no intercambio por medo de tentar, por insegurança diante de dificuldades e até por momentos de fraqueza e que, infelizmente fizeram com que toda a experiência fosse comprometida. Lembre-se: quando tudo está bem, todos nós somos inteligentes emocionalmente mas é no desafio de lidar com dificuldades que aprendemos e evoluímos.

4a lição: Persista até conseguir

Os atletas que vencem são aqueles que persistem apesar da dor física e emocional das perdas, das críticas e da falta de recursos. Muitos intercambistas querem ter resultados instantâneos e sentir-se adaptado desde a chegada ao exterior e quando algo não sai como o esperado, em lugar de reavaliar e ajustar o que está sendo feito, desiste da mudança, coloca a culpa na cultura, comida ou clima do novo país e querem voltar para o Brasil e, frustrados depois reclamam:” fiz tudo e nada funcionou por isso, prefiro voltar, pra mim já deu, não quero mais sair da minha zona de conforto do Brasil “.O atleta de alta performance entende que se o resultado não foi alcançado certamente, existe algo que ainda não foi feito como deveria.

5a lição: Supere seus limites

A essência de qualquer atleta de alta performance é superar seus próprios limites. Não importa o que foi alcançado, eles querem ir além de si mesmos. Ainda há muitos líderes que após uma grande vitória, acham que ganharam o jogo, param de se esforçar com o intuito além das metas alcançadas, começam a achar que já sabem de tudo e sucumbem diante da própria soberba. Lembre-se de que  novas culturas e idiomas tem nuances e nunca se sabe o bastante sobre tudo. Com certeza até mesmo dentro da própria cultura brasileira existem coisas que nós desconhecemos por ser de outra região ou época. Se você já acha que sabe tudo da língua inglesa ou dos EUA por exemplo, experimente saber mais da Espanha, da China ou da Rússia, tenho certeza que você se surpreenderá com milhões de novos conhecimentos que você poderá absorver a respeito do mundo, de outras línguas e, de você mesmo!

Bjs e até a próxima viagem,

Marina

 

Os TOP 10 Países ignorados pelos turistas – Será que você se anima a conhecer algum deles em 2016?

18 de agosto de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes!

Tudo bom? Quem está acompanhando as #OlimpíadasRio2016 aí levanta a mão!

Normalmente não sou assim tão ligada a esportes porém estou achando bem bacana acompanhar alguns jogos. Acho massa a quantidade enorme de países competindo aqui no Brasil e, sempre fico curiosa em saber um pouco mais dos  países cujo a maioria de nós conhecemos  muito pouco e, quando conhecemos , pouco sabemos a respeito de sua cultura, lingua, e até localização…

Claro que quando estamos falando de França, Itália, Espanha e Estados Unidos ( países sempre presentes na lista dos  mais
visitados por turistas de todo mundo), é fácil encontrar viajantes que já tenham desbravado algum (ou muitos deles). Este post, no entanto vai falar do outro lado da moeda. Daqueles países esquecidos por turistas brasileiros e estrangeiros onde é verdadeiramente difícil encontrar alguém que tenha estado em algum deles. Garanto que, após ler esse post, até o mais inveterados dos viajantes se surpreenderão com a quantidade de países que ainda faltam ser explorados ! Vamos a lista ?

1)      SURINAME

Vou começar aqui pela América do Sul. Você conhece alguem que foi para Suriname ? Minha memória passada só me
recorda os livros de história onde este pais ao norte do nosso continente que faz fronteira com outros dois país também pouco visitados, a Guiana e a Guiana Francesa. Esta antiga colônia holandesa é uma autêntica colcha de retalhos com influencias britânicas, holandesas, chineses, indianas e, ufa, acredite, até Indonésia. Sua capital, Paramaribo conseva muito de sua arquitetura colonial holandesa e suas reservas naturais são seus pontos fortes, em especial Raleighvallen e Brownsberg.

2)      TOGO

Este pequeno pais localizado a oeste do continente africano que tem como capital Lomé, é repleto de coqueirais e praias
banhadas pelo oceano atlantico e também tem montanhas, vales e savanas. O lago Togo é outro ponto forte deste país.

 

 

 

 

 

 

3)      KOWEIT

Famoso mundo afora apenas por ter sido invadido em 1990, este minusculo país tem como vizinhos o Iraque e a Arábia Saudita, o que acaba desencorajando viagens por vias terrestres.Além do luxo de Kuait City é possivel também conhecer o ponto mais alto do país, o Du Mutla, ao ainda visitar o Al Ahmadi, berço da indústria petrolífera do país. Alguem se habilita ?

 

 

 

 

 

 

4)      São Tomé e Principe

Denovo a lembrança dos livros de história. Um dos  poucos países do mundo onde o portugues é falado, estas duas ilhas formam os menores países africanos. Praias desertas, águas cristalinas, florestas tropicais, frutos do mar, clima sempre ameno e, vôos
diretos de Lisboa !

 

 

 

 

 

 

 

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Entrevista rádio CBN São Paulo: Intercâmbio exige que se abra ao novo e não se deixe que a tecnologia prive o descobrimento inicial

07 de março de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes!

Tudo bom?

No último  final de semana quando lancei o novo livro “Intercâmbio na Era Digital” no Salão do Estudante de  São Paulo, concedi uma entrevista para a jornalista Pétria Chaves (que é uma queriiida) da rádio CBN São Paulo falando sobre….. (adivinha? kkkk Intercâmbio!!) nosso bate papo foi ótimo e o áudio com duração de 10 minutos pode ser conferido aqui!

 

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

Entrevista: Revista Glamour:Os 7 pecados capitais do Intercâmbio na Era Digital

07 de março de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes!!

Tudo bom?!

Nossa, fiquei tão feliz com essa matéria que vocês não tem noção!! Adoro a revista Glamour. Quando fiz intercâmbio na Alemanha e na França sempre comprava as versões locais pra praticar o idioma. Como a linguagem é fácil, as matérias são ótimas e sempre tem um preço bem camarada era minha companheira de viagens de trem pela Europa!! Me lembro como se fosse ontem: Comprava 1 saco de Maltesers + 1 glamour e não gastava mais de 3 euros nesse “pacote felicidade plena, o mundo pode se acabar e tá tudo certo”. (Quem ama revista e chocolate vai me entender kkk

Segue aqui o link da entrevista que ficou super bacana e que  foi concedida para jornalista  Cáren Nakashima

#PapoViajante: Oh Dúvida Cruel – High School nos EUA ou Inglaterra? TOP 7 Prós e Contras

02 de dezembro de 2015 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Olá viajantes!

Tudo bom?

Quando o assunto é intercâmbio para aperfeiçoamento da língua inglesa a primeira pergunta é: Qual o destino escolher!?  Entre os mais populares, no topo da lista sempre estão a Terra do Tio Sam e a Terra da Rainha.Entre os argumentos de quem prefere Inglaterra temos berço da língua inglesa, localização no centro da Europa….Já para os EUA, temos entretenimento, compras.

E como essa dúvida está sempre presente especificamente quando falamos de High School (Colegial no Exterior), para ajudar nessa árdua escolha, convidei a Giovana (ou, para os amigos Gika!) uma cliente muito querida do STB Recife que tomou uma decisão bem inteligente quando definiu seus planos de High School. ao invés de fazer 1 ano acadêmico em um só país, ela optou por ter uma vivência em ambos e, assim, fazer um semestre nos EUA e depois um semestre na Inglaterra. Perfeito né?

Por isso, ninguém melhor do que ela para falar sobre as diferenças entre os programas de High School que ela vivenciou nestes dois países, então, como a palavra,  Gika:

“Nesse post vou falar do que conheci dos Estados Unidos e da Inglaterra como intercambista, e não como turista. Tem uma diferença enorme entre morar em um lugar, e apenas visitá-lo. Como morei em dormitório nos EUA e em casa de família na Inglaterra, resultou em uma diferença ainda maior no que eu pude conhecer dos dois lugares. Já que, na Flórida eu vivia sob regras do colégio no quesito de ter liberdade para sair e viajar, ao contrário de Oxford.

Cada lugar tem seus prós e contras. Quando levados em consideração, então, podemos ver quais os prós que disfarçam os contras, de acordo com nossas preferências. Sempre achei que os Estados Unidos fazia mais meu estilo; devido ao clima, Disney, compras e afins, mas soube que estava errada quando coloquei os pés no continente Europeu pela primeira vez, em 2009. Havia algo lá que combinava muito mais comigo, e até então, eu não sabia dizer muito bem o que.

1. Cultura

Coral Springs(Flórida) pude perceber que se trata de uma cidade não muito histórica, nada de museus, prédios antigos ou coisa do tipo. Pelo contrário, é tudo bastante novo, casas bem conservadas com terraços verdes e seus jardins bem cuidados, e crianças constantemente apareciam brincando em frente as suas casas. Diferentemente desse estilo de vida e cidade, Oxford me fez parecer como se eu estivesse num livro de história. Museus com entradas gratuitas, parques, estudantes andando pela cidade com suas bicicletas geram uma grande influência, para quem visita ou mora na cidade, em seguir esse estilo de vida. O que me impressionou bastante é que o público do museu vai de excursões de escolas à pessoas mais velhas. As faculdades, que mais me pareceram castelos, são antigas, porém muito bem conservadas e a grande maioria abre suas portas nos Open days (um dia aberto para visitantes conhecerem o campus). Sem contar que, assim como os museus, a entrada é gratuita (no máximo, pedem para você fazer uma doação de qualquer quantia), o que estimula e ajuda os jovens adultos a escolherem ou almejarem entrar em certa
faculdade. E isso é uma coisa que eu admiro bastante na Inglaterra. Os jovens são muito motivados a buscarem aprender mais do lugar de onde vivem, podendo ir a museus e ver de perto, por exemplo, uma certa obra de arte que estão estudando no colégio. Como diria minha mãe, torna tudo bem mais “real”.

2. “Só mais 5 minutinhos!” – Clima

Não poderia deixar de mencionar a diferença entre o clima dos dois lugares. É do ser humano nunca estar satisfeito, se tem praia, quer neve; se tem inverno, quer verão. Minha temporada na Inglaterra começou no início do outono (minha estação preferida) e pegou um pouquinho do inverno, então o tempo estava relativamente frio. Para quem veio de um lugar com temperaturas médias
de 30 graus, pegar 10 graus –ou menos, queria enfatizar isso- pela manhã e ter que ir andando pro colégio não era nada emocionante, ao menos era o que eu achava até voltar pro Brasil. Afinal, quem já morou em lugar frio, sabe o que é lutar por 5 minutinhos a mais debaixo das cobertas antes de se levantar para ir ao colégio. Por causa do tempo frio e imprevisível, era
raro ver crianças brincando nas ruas de Oxford, ao contrário dos EUA, já que eu fui no verão ensolarado da Flórida. No quesito tempo, não tem como negar que os Estados Unidos me ganhou com seus dias quentes e, nos finais de semana, acompanhados de praia.

 

3. Cinema X Teatro

Os EUA é mundialmente conhecido pela sua produção de filmes, já a Inglaterra, assim como boa parte da Europa, é conhecida pelas suas peças teatrais (não que os EUA também não seja). Mas diferentemente da Inglaterra, onde assisti à peças; entre
elas Once e Mamma Mia, na Flórida costumava ir assistir filmes com meus amigos. Senti a diferença, pois nos EUA a programação certa do final de semana era a ida ao cinema, e mesmo tendo frequentado algumas vezes em Oxford também, percebi que ir ao teatro fazia mais o estilo dos britânicos.  Continuar lendo

Novembro chegou: 7 ótimas razões para você ir para o Canadá agora!

06 de novembro de 2015 | Postado por Marina em Canada

Olá viajantes!

Tudo bom?

Ah o Canadá…Sou suspeita para falar deste país que sempre me recebeu de braços abertos e que representou uma fase tão legal da minha vida! Foi lá que passei 6 meses (3 meses em Vancouver e 3 meses em Toronto) e pude, ao longo desse tempo, percorrer vários dos seus cantinho super especiais. E olha que são muitos eih? Afinal, O Canadá é o segundo maior país do mundo em área territorial (perdendo apenas para a Rússia) Recentemente, tive o prazer de voltar ao Canadá e comentei os programas mais bacanas de Toronto aqui no blog!

 

Bem mas como o Canadá é sempre um destino super solicitado elaborei este post com lugares de leste a oeste do seu extenso território os quais acho que são imperdíveis! Vamos a eles?

Bem, claro que as cidades canadenses são ótimas, mas se o seu destino for o Canadá, não dá pra deixar de explorar também atividades ao ar livre em montanhas, praias e glaciais.

Antes de tudo vou responder a pergunta: Afinal, por que ir para o Canadá agora? Simplesmente porque as passagens para lá estão baratas, porque o câmbio canadense está bem mais desvalorizado que o americano. Porque existem excelentes opções de estudo e até mesmo opções que combinam estudo + trabalho e também porque agora é outono!! Sabe a aquela folhinha na bandeira canadense? É a folha de maple e ela vai estar por todos os lados em cenários que parecem de filme e em tons que oscilam do vermelho vibrante ao marrom. Simplesmente mágico. Se esses motivos não te convenceram ainda a ir para o Canadá aqui vão mais 7 bons motivos, vamos a eles?

 

1)Niagara Falls: Para apreciar as cataratas, normalmente se opta por, sobrevoar de helicóptero (tente não comer muito antes) ou fazer um passeio de barco (prepare-se para se molhar). Na região também tem algumas vinícolas. Continuar lendo

TOP 5 razões para falar um terceiro idioma

05 de março de 2015 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

“Os limites da língua são os limites do seu mundo” já dizia Ludwig Wittgenstein. Mesmo com os milhares de aplicativos on-line para tradução de idiomas, estar confortável para efetivamente desenvolver uma conversa e conhecer mais a fundo uma outra cultura são algumas das vantagens de dominar outros idiomas. Mas se você precisa de mais motivos para se convencer de que falar bem um terceiro idioma faz a diferença, aqui vão eles:

1) Mais oportunidades de emprego: Imagine-se gestora de recursos humanos de uma grande empresa que recebe milhares de currículos diariamente. A maioria deles com formação acadêmica e com inglês intermediário. Aí, um belo dia aparece por lá o currículo de uma pessoa que fala inglês fluente e também mandarim.  Será que você não ia considerar essa pessoa para uma entrevista? Pois é, os recrutadores de RH também pensam assim.

2) Maior networking: Quando fui fazer intercâmbio no Canadá, além de conhecer bem a cultura canadense, também pude entender melhor as diferenças entre os nativos de países asiáticos por ter convivido bastante com eles. Por exemplo, aprendi a diferenciar japoneses, coreanos e chineses pelos nomes e formas de se comportar. Antes disso, claro, não tinha a menor ideia e generalizava, como muitos ainda fazem, chamando todos de “japas”. Já quando fui a um intercâmbio na França, fiz muitas amizades com pessoas da Colômbia, Argentina e México: mais uma vez, eles não eram meramente “latinos”, existia um emaranhado de divergências culturais. Hoje, se eventualmente tiver que negociar com qualquer uma destas seis nacionalidades, como tive amigos de todas elas, poderei não só melhor me relacionar como compreender comportamentos em negociações, ou mesmo em uma mesa de bar.

3) Inovar no seu mercado: Ok, você nunca teve a oportunidade de morar fora mas aprendeu, seja por conta própria ou com a ajuda de cursinhos aqui no Brasil, a se comunicar e entender super bem o idioma italiano. Eis que você, recém-formado na faculdade de arquitetura, começa a pesquisar novas formas de construir um novo material diretamente nos sites/blogs italianos que falam de um novo produto recém-criado em Milão. Você entra em contato e consegue, por já dominar o idioma, representar aquele material no Brasil. Bingo! Será que se você só falasse português (ou apenas português e inglês) esse caminho não seria mais longo?

4) Ler obras primas em seu idioma original: Só quem ama um autor estrangeiro e consegue ler seus clássicos no idioma nativo sabe do que estou falando. Li Albert Camus e Simone de Beauvoir em francês e Gabriel García Marques e Mario Vargas Lhosa em espanhol e, vai por mim: é diferente. É mais profundo, tem mais encantamento, sei lá. Quanto a obras mais novas, para quem quiser experimentar um livro leve e facinho de ler, em inglês, um bom começo é “Eat, Pray, Love” (Comer, Rezar e Amar). Depois de ler esse livro, coloquei na cabeça que precisava conhecer Bali e Índia e só sosseguei depois que consegui ver de perto o que Elizabeth Gilbert descreveu em sua trama.

5) Conhecer o lado B de algumas coisas: Vou dar dois exemplos: certa vez fiz uma viagem de trem de Hamburgo (Alemanha) para Copenhagen (Dinamarca) e dividi o vagão com um casal de poloneses judeus super velhinho que vivenciaram a Segunda Guerra de forma intensa e brutal. Tinha ali na minha frente um testemunho vivo de percepções que nenhum livro de história jamais poderia me dar, e foi com os olhos cheios de água que me emocionei muito com uma conversa de mais de duas horas (em alemão) com eles. Se aprender alemão valeu a pena pra mim? Só valeu! Ainda na Alemanha, tive um amigão da Síria que se preparava para fazer faculdade lá e, sim!, só falava alemão e árabe. Qual a melhor forma de conhecer a cultura muçulmana do que tendo um amigo árabe? Por falar nisso, se pelos menos metade das pessoas entenderem que muçulmano e terrorista não são sinônimos, já teremos aí um bom avanço.

E aí?? Precisam de mais motivos? Vamos fazer um Intercâmbio em 2015? Mais informações, fale com o STB/Recife (81-2123-4522) ou recife@stb.com.br

Bjs e até a próxima viagem!
Marina.

Pensando em fazer um Intercâmbio? Atenção, o #SalãoDoEstudante2015 está chegando!

03 de março de 2015 | Postado por Marina em Feiras e eventos de Intercâmbio

Olá viajantes!
Tudo bom?

Quem quer fazer Intercâmbio levanta a mão!

Em 2014, cerca de 300 mil brasileiros se aventuraram no exterior para aprender ou aperfeiçoar alguma língua e os destinos mais procurados pelos estudantes foram Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Irlanda e Austrália, segundo pesquisa da Business Marketing International (BMI), empresa organizadora das edições do Salão de Estudante no Brasil.

A BMI também constatou que os estudantes brasileiros têm mais interesse em cursar inglês, espanhol e francês, e que a maioria deles procura por cursos de idioma, pós-graduação e cursos técnicos. A maior parte dos brasileiros (33%) ainda planeja seu intercâmbio com 3 a 6 meses de antecedência.

Pensando nisso, é claro, o Salão do Estudante 2015 está de volta a 7 capitais brasileiras com expositores, palestras e muita informação para te ajudar a decidir sobre o melhor tipo de intercâmbio de acordo com o seu perfil (seu bolso) e seus objetivos específicos.

 Representantes de instituições de ensino de mais de 20 países, entre eles: África do Sul,Argentina, Austrália, Canadá, Colômbia, China, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Irlanda, Lituânia, Malásia, Malta, Peru, Polônia, Portugal e Reino Unido estarão presentes e, o  visitante que for ao Salão do Estudante poderá se informar sobre todos os cursos que existem fora do Brasil, que inclui cursos de idiomas, Au Pair, Programas de Estudo e Trabalho, High School, acampamentos de verão, graduação, pós-graduação, mestrado, PhD, MBA, cursos técnicos, entre outros.

Como não poderia deixar de ser, dúvidas sobre documentação, como vistos, custos dos cursos e detalhes referentes a cada país de interesse, como cultura, clima e custo de vida também serão sanados na ocasião. E o melhor de tudo, a inscrição,continua gratuita: Mais informações, acesse: http://www.salaodoestudante.com.br/

OBS: Estarei presente na feira de Recife e espero todos lá!

Beijos!

Marina.

 

 

Intercâmbio para todos: Fique por dentro das opções de Bolsas de estudo para ensino médio, graduação e pós graduação no Exterior!

04 de fevereiro de 2014 | Postado por Marina em Bolsas de Estudo

Olá viajantes?

Tudo bom?

Imagina fazer ensino médiograduação ou pós graduação no exterior através de uma bolsa de estudos? Maravilhoso não é? Todos os anos vários orgãos e instituições abrem inscrições para este tipo de programa! Fique ligado nas opções lançadas recentemente e programe-se!

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Bate papo sobre Intercâmbio – Vídeo entrevista programa ClickNaTV na Band

08 de outubro de 2013 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes!

Tudo bom?

Quem me acompanha pelo Instagram (@mottamarina) viu que no último sábado foi ao ar um bate papo bem legal com a apresentadora Erika Gueiros para o programa ClickNaTV da Band! Perdeu? No worries! Para conferir e tirar suas dúvidas sobre intercâmbio é só clicar aqui!

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

 

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