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Uma novidade tem início hoje: Os pais ou responsáveis de crianças que vão viajar para o exterior acompanhadas de apenas um do pais, de terceiros ou sozinha, precisarão apenas preencher um formulário próprio (ou redigido /de próprio punho com as mesmas informações) assinado pelo pai e pela mãe e o reconhecimento da assinatura pode ser apenas por semelhança, ou seja, o reconhecimento da firma em cartório. (Antes precisava ser por autenticidade, ou seja, na presença de um tabelião).
A autorização também não precisa mais da fotografia da criança/adolescente como antes e terá validade de dois anos. As medidas já estão em vigor e são obrigatórias até os 18 anos do jovem.
Link do formulário:
http://www.dpf.gov.br/servicos/viagens-ao-exterior/3_edicao_manual_menores.pdf/


Bjs e até a próxima viagem!
Marina.
A partir de hoje (1º), está no ar o novo site do Bureau de Assuntos Educacionais e Culturais (ECA) do Departamento de Estado dos EUA para o Programa de Vistos J-1, para Visitantes de Intercâmbio: http://j1visa.state.gov/

O programa é voltado para trabalhadores e estudantes e foi criado para aprofundar o entendimento mútuo entre os Estados Unidos e outros países.
O site traz descrições detalhadas de cada categoria do programa de intercâmbio, instruções sobre como solicitar um visto J-1 e testemunhos de intercambistas. Os usuários podem também acessar um mapa interativo dos EUA, por estado, para conhecer os diversos participantes e patrocinadores envolvidos no Programa de Visitantes de Intercâmbio.
Mais de 350 mil intercâmbistas com vistos J-1 vão aos Estados Unidos todos os anos, inclusive estudantes universitários e do ensino médio, pesquisadores e médicos, além de estudantes que vão trabalhar durante o verão.
Em 2010, os EUA emitiram 27.000 vistos a intercambistas brasileiros.
Fonte: www.administradores.com.br
Morar no exterior é sempre uma decisão interessante e corajosa. Porém, enquanto algumas pessoas se adaptam facilmente a esta nova vida, outras podem passar por um tripé de fases bastante comuns a muitos intercambistas independentemente do lugar de destino. Pensando nisso, seguem aqui as três fases marcantes da vivência Internacional:

1. As primeiras semanas: Tão logo chegamos ao exterior, tudo é emocionante, agitado, novo e desconhecido. E, é neste momento que começamos a conhecer o transporte público local, os melhores caminhos para a escola ou trabalho, seja de ônibus, metrô, bicicleta etc. Durante os primeiros dias, quando você provavelmente estará ainda um pouco perdido, com certeza já fará suas primeiras amizades e, superadas todas essas primeiras dificuldades, você finalmente entrará em uma rotina.

2. A rotina: Passado um tempo, tudo fica menos agitado, mas isso não quer dizer menos divertido ou menos emocionante. Agora já se sabe como encurtar os caminhos, sobra tempo para comprar um pão na padaria preferida, sem a preocupação de chegar atrasado na aula. Os melhores bares e baladas são descobertos, os encontros para práticas de esportes já fazem parte do dia a dia e já se sabe onde encontrar as informações sobre teatro, cinema e shows. Tem-se também, finalmente, tempo para se concentrar nos estudos. Claro que com a rotina acaba sobrando mais tempo para sentir saudade da família, dos amigos do seu país. Porém, com a ajuda de amigos e colegas, se supera isso e outras adversidades.

3. Despedida e Conclusão: Muitas vezes, o final desse período acaba mais rápido do que o esperado. O tempo voa. E, o momento é de refletir, mais uma vez, sobre tudo o que se passou. O que aprendeu no tempo em que fez o curso, estudou ou trabalhou. Muitas amizades, algumas permanecerão para toda a vida, outras talvez não. Chegou o momento de se preocupar com aspectos burocráticos como o diploma e a viagem de volta. Finalmente, chegou o momento da despedida. As malas estão feitas e você está pronto para regressar ao Brasil. Às vezes, a despedida é fácil; às vezes, não é – os sentimentos se misturam muito nesse momento. A dor da despedida é compensada pela alegria antecipada de voltar a ver a família e os amigos logo.

Mesmo passando por fases distintas e momentos felizes, tristes, divertidos, difíceis etc, ao longo da permanência no exterior, às vezes, você pensará: “Eu desisto! Quero voltar pra casa!”, mas uma voz interior que sabe que vale a pena esperar, lhe convence a seguir em frente porque, no fundo você já sabe que a experiência obtida no exterior recompensa todas as fases difíceis e a saudade que aperta de vez em quando….
Além disso, uma estadia no exterior valoriza o currículo, abre portas para novas oportunidades profissionais, e permite que você conheça novas culturas, amplie vivências e faça novas amizades. Enfim, várias novas oportunidades podem surgir no embalo de uma vivência internacional.

E, às vezes, mais do que de repente, logo depois de ter voltado para casa e de ter se readaptado a sua rotina no Brasil, você já se começa a pensar novamente em viajar: Por que será?!
Acho que porque parece que quando somos “mordidos por estes bichinhos da viagem e da curiosidade” é mesmo difícil não querer vivenciar tudo isto de novo.
Aí, é pensar que você ainda é jovem, a vida é longa e terão outros intercâmbios, outras experiências, dificuldades e alegrias que, novamente deixarão aquele gostinho de quero mais…
Bjs e até a próxima viagem,
Marina.
Foi confirmado esta semana pelo Governo Federal! A partir do dia 27 de Abril de 2011, os brasileiros que fizerem compras no exterior com cartão de crédito vão pagar um imposto de 6,38% sobre as Operações Financeiras (IOF) Isso significa, por exemplo, que, para cada R$ 1.000 reais gastos em compras no exterior, a União ficará com R$ 63,80.
Por esta razão, muita gente anda se perguntando quais seriam, neste momento, as alternativas mais interessantes para continuar consumindo e comprado em suas viagens internacionais e, ao mesmo tempo, fugir desta cobrança que quase dobrou (antes era de 2,38%).


Pensando nisso, o Blog Intercâmbio de A a Z vai te dar uma luz com três alternativas:
1) Papel moeda (0,38% de IOF): O bom e velho “din-din” é uma forma de evitar a surpresa de uma conversão desvantajosa no dia do pagamento do cartão. Esta, no entanto, não pode ser a opção dos mais distraídos, pois dinheiro perdido não tem dono né, gente?! Então, se não for lá muito atento leve apenas 20% do valor da viagem em cash e, para o restante, utilize as outras formas abaixo;

2) Traveler Cheques (0,38% de IOF): São cheques convertidos em dinheiro vivo nas instituições financeiras. Costuma sair R$ 0,01 mais barato que em espécie. A cotação do traveler cheque varia de acordo com a instituição então vale a pena pesquisar antes de fechar o negócio. A vantagem é que se você perder, pode solicitar cancelamento (como quando perdemos cheques por exemplo) e, a desvantagem é que você precisa sempre apresentar seu passaporte para utilizá-lo. Isso porque, é dever do estabelecimento que vai receber, “checar se você é você”! (seja ela loja, restaurante, etc) visando não receber traveler cheques roubados ou perdidos e ficar com um cheque sem valor nas mãos.

3) VTM -Visa Travel Money (0,38% de IOF): Os cartões Travel Money se tornam, neste momento, ainda mais atrativos para compras no exterior! O IOF é de apenas 0,38% no momento da transação de câmbio e, após os créditos serem disponibilizados no cartão, não há mais incidência do IOF. O VTM funciona como um cartão de débito pré-pago e não é vinculado a uma conta corrente o que evita eventuais cobranças de taxas bancárias. Funciona da seguinte forma: Você adquire o cartão (muitas vezes gratuitamente) em uma casa de câmbio, obtém um login e uma senha e pode carregá-lo quantas vezes quiser no Brasil ou no exterior e, os valores depositados podem variar de USD 200 (mínimo) a USD 20.000 (máximo). No caso de saque em dinheiro, esta modalidade costuma cobrar USD 2,50 por operação.

E aí pessoal, gostaram das dicas?! Que bom que existem alternativas não é?!
É isso aí:
– O dólar esta semana atingiu o patamar mais baixo dos últimos 2 anos
– As viagens hoje podem ser divididas ou financiadas a perder de vista;
– Você está cheio de pique para embarcar em uma nova aventura;
Não ia ser um “IOFzinho” que ia te atrapalhar a realização desde sonho, não é?!
Beijos e Boa Viagem!
Marina.
Sempre ouvimos falar que Londres é muito cara e que intercâmbio na Inglaterra é inviável. Será?!
Felizmente, a libra esterlina (ou pound) vem caindo bastante e isto vem tornando Londres cada vez mais próximo da realidade do brasileiro.
Quando a vontade é ir para Paris, Berlim, Roma ou Barcelona, as coisas também melhoraram já que o Euro também tem se tornado mais acessível para nós.
Então se seu sonho é ir para o velho continente, não deixe de checar as possibilidades atuais basta escolher acomodações e refeições mais baratas que a passagem, você parcela no cartão e nem sente….Excursões/Tours como o contiki (www.contiki.com) que podem ser uma ótima opções.
Já no caso dos EUA, nem se fala! Lí na Revista Veja esses dias que muitos vendedores americanos das lojas caras de NY, estão, pasmem, falando português fluente! Claro, de olho nos brasileiros que estão gastando cada vez mais em terras do Tio Sam.
Outro dado que me impressionou muito foi o de um amigo da Polícia Federal que comentou que, este ano, a demanda por passaporte aumentou em 70%. Imagina isso! É muita coisa! Por isto, a espera para agendar a solicitação do documento pode levar até 3 meses dependendo da cidade.
Viajando nacionalmente pela Gol, ou Tam, vemos que hoje viajam de avião as classes A,B,C e até D a Z e isto, é absolutamente fantástico. Movimenta a economia do país e aquece o turismo interno, antes tão inacessível.
Pois é, parece mesmo que “nunca antes na história deste País” se viajou tanto, então não fique por fora desta onda! Agora, basta escolher bem seu destino! Algumas cidades, como por exemplo as listadas abaixo, ainda são consideradas as mais caras do mundo:
No. 1: Tokyo, Japan
No. 2: Oslo, Norway
No. 3: Luanda, Angola
No. 4: Nagoya, Japan
No. 5: Yokohama, Japan
No. 6: Stavanger, Norway
No. 7: Kobe, Japan
No. 8: Copenhagen, Denmark
No. 9: Geneva, Switzerland
No. 10: Zurich, Switzerland
Bjs e até a próxima viagem!
Marina
Esta semana estou arrumando as minhas malas para fazer uma coisinha que eu nem gosto de fazer – kkk – Viajar!
A partir de amanha, vou tirar 10 dias de férias e esquiar em uma estação de esqui na França chamada Courchevel (www.courchevel.com) – Mal posso esperar para esquiar (adoro!) e comer todas aquelas coisas deliciosas da França: chocolates, queijos, crepes e vinhos maravilhosos!
Estive em Courchevel a primeira vez aos 9 anos e, foi lá que meu pai me ensinou a esquiar, então, além de ser o maior domínio esquiável do mundo, Courchevel também é um lugar que sempre me traz lembranças especiais de viagens em família. Depois desta viagem, também esquiei algumas vezes em Las Leñas, Argentina (A maior estação de esqui da América Latina) e em Whistler, Canadá (A maior estação de esqui da América do Norte) recomendo demais estas outras estações mas, Courchevel é realmente diferenciado e único para mim.

Pois bem. Não importa se você vai esquiar na França, Suíça, Áustria, EUA, Canadá, Argentina ou Chile. Os cuidados são sempre os mesmos então, abaixo fiz uma lista das TOP 10 coisas que você não pode deixar de providenciar para não virar um boneco de neve na sua próxima “aventura nevada” de por aí!
1. Roupas impermeáveis específicas de esqui e roupas de tecidos térmicos que secam rápido e que você pode lavar e deixar em cima do aquecedor e, no dia seguinte ela vai estar sequinha para você usar de novo. Ou coisa importantíssima: Meias de lã específicas para esquiar – Meias de algodão molham e deixar os pés com sensação de congelados ao final do dia.

2. Não se esqueça de verificar se a sua assistência médica Internacional tem cobertura para esportes radicais. Alguns seguros têm a opção de você comprar este adicional. Eu sempre faço o ISIS Plus (www.isisbrasil.com.br) e ele sempre funciona super bem nestes casos.
3. Protetor solar, labial e óculos escuros. Não se engane: o frio queima e, tem dias lindos de sol na montanha então não dá para esquecer este trio de sucesso!

4. Creme hidratante – Na neve este item não é só “coisa de mulher” é uma necessidade. A pele fica muito seca e em alguns casos, pode até rachar.
5. Garrafa de água sempre! Em grandes altitudes, a necessidade de água é ainda maior – Beba muita água para evitar desidratação e dores de cabeça.
6. Quando não estiver esquiando, use sapatos adequados. Nosso tenis de correr não são a melhor opção neste caso, pois, os mais modernos, possuem sistema de ventilação e, esta é a última coisa que você vai querer quando a temperatura estiver bem abaixo de zero! Então, opte por uma bota bem fofinha e confortável.


7. Après ski clothes – Não se engane! Estações de esqui são super animadas e cheias de gente jovem e bonita em bares e baladinhas espertas que podem rolar até bem tarde. Não deixe de levar roupas estilosas, pois, quando estiver em lugares fechados e com aquecimento, você vai tirar o seu casaco bem quente e vai poder tomar um bom vinho e dançar com mais estilo e conforto!
8. Snacks – Tenha sempre consigo lanchinhos como barrinhas de cereal ou de proteína, chocolates, mini- sanduiches, frutas secas ou biscoitos. Quando estamos subindo nos “lifts” (também chamados de “cadeirinhas ou “ovinhos”) pode dar uma “fominha básica meio fora de hora” então, é sempre bom estar preparado(a)! Ah, saiba que os restaurantes da montanha também são ótimos mas, muitas vezes a neve está tão boa que a gente não quer mesmo parar para comer, por isto, um lanchinho no bolso resolve rapidamente o nosso problema sobrando, assim, mais tempo para esquiar!

9. Cada mergulho é um flash (Bikini ou Calção de banho): Muitos hotéis têm piscina e, relaxar em uma jacuzzi ou piscina aquecida é tudo que você vai querer depois de alguns tombos e quedas ao longo do dia.

10. Remédios e pomadas para dor muscular – Sim você pode, eventualmente, cair alguma (ou algumas) vezes então, nada de dramas, estando medicado adequadamente você segura melhor a onda – Afinal, não seesqueça que, à noite tem baladinha “aprés esqui”!

Então gente, espero que tenham gostado das dicas!
Bjs e até a próxima viagem!
Marina.
Marina
Ranking anual realizado pela instituição alemã Jet Airliner Crash Data Evaluation Center (Jacdec) e publicado pela revista Aero International neste mês traz a classificação das 60 maiores empresas de aviação civil do mundo. A pesquisa cria um índice baseado no número de acidentes (considerando mortes e perda de aeronaves) e na quantidade de passageiros transportados por quilômetro rodado durante os últimos 30 anos. Nas primeiras sete posições estão empresas que não registraram nenhum acidente grave nos últimos 30 anos. São elas (do 1º ao 7º lugar): Qantas, Finnair, Air New Zealand, TAP Portugal, Cathay Pacific, All Nippon e Air Berlin.

Foto da Australiana Qantas sobrevoando a cidade de Sydney. Como se nós já não tivéssemos motivos de sobra para visitar a Austrália não éh?!
Bjs e até a próxima viagem!
Marina.
Baseado no feedback de 30.000 passageiros, o edreams realizou a lista dos melhores aeroportos do mundo baseado em shoppings, restaurantes, alfândega, transporte, acesso a metrô etc.

A lista segue a seguir:
1.) Dubai International Airport
2.) San Francisco International
3.) Fuhlsbuttel Hamburg
4.) Bangkok International Airport
5.) Zurich
6.) Echterdingen Stuttgart
7.) Pu Dong Shanghai
8.) Dusseldorf International Airport
9.) Franz Josef Strauss Munich
10.) Porto
E aí vocês concordam com a lista?!
Tive a oportunidade de conhecer 4 dos aeroportos desta lista. (Dubai, San Francisco, Bangkok, Zurich e Munique) e Dubai realmente merece a primeira colocação assim como a fly Emirates é o máximo também! Leia o post sobre minha experiência de vôo Paris -Dubai – Bali pela Emirates: http://www.intercambioaz.com.br/?p=42
Bjs e até a próxima viagem,
Marina.

1) Planeje! Faça uma planilha com o seu itinerário, necessidade de visto, passeios, investimento e gastos e planeje-se financeiramente para saber com qual antecedência você precisará poupar para chegar lá.
2)Financie: Assim como muitos brasileiros já compraram o carro dos sonhos, com a estabilidade do Real, a viagem dos sonhos também pode estar mais perto do que você imagina! Informe-se sobre formas de pagamento parceladas com cartão de crédito ou através de um financiamento. O STB (www.stb.com.br) , por exemplo, pode parcelar um Intercâmbio em até 24 vezes!
3) Não confie sempre na Internet: O google é uma excelente ferramenta de busca de informações sobre destinos e divulgação e venda de pacotes, hotéis e outros produtos turísticos, mas, nunca pensamos: “E se eu tiver um problema? A quem posso recorrer?!” É nesta linha de raciocínio que, muitas vezes, vale mais a pena contratar os serviços de uma agência de viagens ou Intercâmbio especializada para não transformar sua viagem de sonhos em pesadelo! Além disso, você também sempre pode pedir à sua agência, contatos e referências de clientes que foram para o mesmo destino ou programa e ficar mais seguro (a) quanto às suas escolhas.
3) Atenção às regras de cancelamento do seu pacote turístico ou de Intercâmbio e informe-se sobre seguros de viagem que possam cobrir multas em caso de cancelamento por motivos de saúde. O STB (www.stb.com.br), possui um seguro chamado Stop Trip que cobre multas de até USD 5.000 se você ou um parente de primeiro grau adoecer e você ficar impossibilitado (a) de viajar ou tiver que voltar antes do previsto por razão de doença ou acidente. Além disso, uma Assistência Médica Internacional, como já falamos no blog é sempre indispensável!
4) Faça uma lista de compras necessárias para a viagem. Nada de deixar para arrumar a mala de última hora! Com calma de antecedência, você evitará estresses e vai poder organizar uma mala compacta e completa. Sem excessos e na medida certa da sua viagem.
Bjs e até a próxima viagem,
Marina.
Então você decidiu que vai aprender um idioma no exterior?!
Claro, aulas, livros e cadernos ajudam, mas fazer um intercâmbio realmente efetivo envolve alguns pontos, abaixo segue as TOP 5 dicas para se dar bem:

1) Esqueça o orgulho e o medo de errar! Aprender um idioma significa também errar, se confundir, pronunciar errado ou usar uma palavra que significa outra. Em outras palavras, estar abertos a pagar micos de vez em quanto e rir dos próprios erros. É assim que a gente vai evoluir!
2) Procure fazer uma real imersão no país: assista televisão local, ouça rádio, use transporte público….Ao entrar em lojas e restaurantes não peça para seu amigo que fala melhor pedir as coisas por você! Seja simpático(a) e comunicativo(a) e comece conversas em todos os lugares. É praticando que você vai aperfeiçoar!
3) Peça para te corrigirem!Algumas pessoas podem ficar tímidas de lhe corrigir ou, na cultura delas, corrigir pode ser rude então, diga para os nativos que você quer ser corrigido(a). Depois que lhe corrigirem, repita a palavra para treinar o seu ouvido.
4) Seja amigo, colega e sociável – Participe de clubes de esporte, arte, visite pubs, exposições, parques. Conhecer pessoas novas é uma excelente oportunidade de praticar!
5) Seja realista! Aprender efetivamente um idioma leva um tempo, valorize cada mudança de nível e evolução sua e pense grande! Você vai chegar lá!

Bjs e até a próxima viagem!
Marina.