TOP 5 lições fundamentais dos Jogos Olímpicos que todo Intercambista deveria aprender

01 de setembro de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes! Tudo bom?

A essência dos jogos olímpicos revela como os atletas e as equipes lidam com o desafio de serem melhores em suas modalidades, onde cada um, independentemente dos resultados, encontrou um esporte (atividade) que o levou a dedicar anos de suas vidas ou quase a sua vida inteira, para viver o encaixe perfeito entre a sua paixão, habilidades e propósito.Há uma infinidade de lições que os atletas de alta performance nos ensinam, e nesse post falaremos sobre TOP 5 lições fundamentais que  todo intercambista deveria saber:          

1a lição: Conheça a si mesmo e foco verdadeiramente no seu objetivo:

Isso começa antes ainda de sair do Brasil!Se você focar, será mais simples e fácil dedicar-se insanamente à melhoria habilidades necessárias para chegar aonde deseja. Seja ir para o país que sonhou,  seja conseguir valor que precisa investir  ou mesmo o resultado acadêmico que você precisa atingir..

2a lição: Treine e meça constantemente seu desempenho

Não existe intercambista que vença estudando ou se dedicando eventualmente. A rotina de preparação dos atletas é diária com medições diárias assim como deve ser o dos intercambistas. Qual a lógica disso? A excelência vem da prática deliberada, constante e aprimorada.

3a lição: Mantenha o seu controle emocional

Os atletas que ganham medalhas são aqueles que se preparam fisicamente e emocionalmente. A mente fraca desestabiliza qualquer habilidade que você tenha. Conheço pessoas maravilhosas que perderam oportunidades ímpares de ter sucesso no intercambio por medo de tentar, por insegurança diante de dificuldades e até por momentos de fraqueza e que, infelizmente fizeram com que toda a experiência fosse comprometida. Lembre-se: quando tudo está bem, todos nós somos inteligentes emocionalmente mas é no desafio de lidar com dificuldades que aprendemos e evoluímos.

4a lição: Persista até conseguir

Os atletas que vencem são aqueles que persistem apesar da dor física e emocional das perdas, das críticas e da falta de recursos. Muitos intercambistas querem ter resultados instantâneos e sentir-se adaptado desde a chegada ao exterior e quando algo não sai como o esperado, em lugar de reavaliar e ajustar o que está sendo feito, desiste da mudança, coloca a culpa na cultura, comida ou clima do novo país e querem voltar para o Brasil e, frustrados depois reclamam:” fiz tudo e nada funcionou por isso, prefiro voltar, pra mim já deu, não quero mais sair da minha zona de conforto do Brasil “.O atleta de alta performance entende que se o resultado não foi alcançado certamente, existe algo que ainda não foi feito como deveria.

5a lição: Supere seus limites

A essência de qualquer atleta de alta performance é superar seus próprios limites. Não importa o que foi alcançado, eles querem ir além de si mesmos. Ainda há muitos líderes que após uma grande vitória, acham que ganharam o jogo, param de se esforçar com o intuito além das metas alcançadas, começam a achar que já sabem de tudo e sucumbem diante da própria soberba. Lembre-se de que  novas culturas e idiomas tem nuances e nunca se sabe o bastante sobre tudo. Com certeza até mesmo dentro da própria cultura brasileira existem coisas que nós desconhecemos por ser de outra região ou época. Se você já acha que sabe tudo da língua inglesa ou dos EUA por exemplo, experimente saber mais da Espanha, da China ou da Rússia, tenho certeza que você se surpreenderá com milhões de novos conhecimentos que você poderá absorver a respeito do mundo, de outras línguas e, de você mesmo!

Bjs e até a próxima viagem,

Marina

 

SONHO OU REALIDADE NO DESERTO – Saiba tudo sobre o BURNING MAN – O festival americano de música e arte mais louco do mundo e que começa esse final de semana!

23 de agosto de 2016 | Postado por Marina em EUA

Olá viajantes!

Tudo bom?

Antes de falar sobre este festival que me parece cercado de mistério, quero contar uma historinha engraçada! Tenho uma grande amiga mexicana que conheci enquanto fazia intercâmbio na França e que, que assim como eu, ama viajar. Quando ela comentou
que escolheu passar suas férias no Estado norte-americano de Nevada porque lá ia acontecer o Burning Man, não pensei muito sobre o que era o Burning Man.

Afinal, como ela é muito adepta de malhação e corrida (e já tinha feito a maratona de Boston e de Paris) ao mencionar que  iria para o Burning Man, confesso que de início imaginei alguma coisa relacionada a maratona, afinal conheço pessoas que fizeram Iron Man e,de cara, achei que era algo parecido.

Estes dias falei com ela novamente e tamanha foi a minha surpresa quando perguntei como tinha sido esse tal Burning Man a resposta foi:”Tentar explicar o que é o Burning Man a alguem que nunca foi é como tentar explicar com são as cores para alguem que nunca exergou” Logo entendi que não tinha nada a ver com maratona ou fitness (risos) Aí eu falei “peraí minha filha, como é isso aí, você vai ter sim que tentar me explicar porque agora fiquei mega curiosa, afinal, e se e algo tão especial assim, preciso saber para poder planejar a próxima viagem minha”…. E foi aí que ela enfim  “tentou” me explicar::

Todos os anos, no deserto de Black Rock em Nevada, acontece o tal Burning Man. Nesse ano de 2016 não será diferente e acontecerá entre 28 de Agosto ( este domingo)  por uma semana até o dia, 05 de setembro.

Durante cerca de 7 dias este deserto inabitado é substituido por uma pequena cidade temporária com várias instalações culturais e muita gente bonita. A cidade passa a se chamar Black Rock City e torna-se portanto o templo deste festival de cultura e música para amigos, viajantes, ficantes e até famílias. Bem- vindo ao Burning Man! O evento tem ficado tão famoso que mais de 50 mil pessoas povoam esta cidade utópica durante uma semana onde nada pode ser comprado (apenas emprestado) e onde o público é a própria atração e todo mundo participa promovendo a criatividade e a espontaneidade, o autruismo e a generosidade. Continuar lendo

Os TOP 10 Países ignorados pelos turistas – Será que você se anima a conhecer algum deles em 2016?

18 de agosto de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes!

Tudo bom? Quem está acompanhando as #OlimpíadasRio2016 aí levanta a mão!

Normalmente não sou assim tão ligada a esportes porém estou achando bem bacana acompanhar alguns jogos. Acho massa a quantidade enorme de países competindo aqui no Brasil e, sempre fico curiosa em saber um pouco mais dos  países cujo a maioria de nós conhecemos  muito pouco e, quando conhecemos , pouco sabemos a respeito de sua cultura, lingua, e até localização…

Claro que quando estamos falando de França, Itália, Espanha e Estados Unidos ( países sempre presentes na lista dos  mais
visitados por turistas de todo mundo), é fácil encontrar viajantes que já tenham desbravado algum (ou muitos deles). Este post, no entanto vai falar do outro lado da moeda. Daqueles países esquecidos por turistas brasileiros e estrangeiros onde é verdadeiramente difícil encontrar alguém que tenha estado em algum deles. Garanto que, após ler esse post, até o mais inveterados dos viajantes se surpreenderão com a quantidade de países que ainda faltam ser explorados ! Vamos a lista ?

1)      SURINAME

Vou começar aqui pela América do Sul. Você conhece alguem que foi para Suriname ? Minha memória passada só me
recorda os livros de história onde este pais ao norte do nosso continente que faz fronteira com outros dois país também pouco visitados, a Guiana e a Guiana Francesa. Esta antiga colônia holandesa é uma autêntica colcha de retalhos com influencias britânicas, holandesas, chineses, indianas e, ufa, acredite, até Indonésia. Sua capital, Paramaribo conseva muito de sua arquitetura colonial holandesa e suas reservas naturais são seus pontos fortes, em especial Raleighvallen e Brownsberg.

2)      TOGO

Este pequeno pais localizado a oeste do continente africano que tem como capital Lomé, é repleto de coqueirais e praias
banhadas pelo oceano atlantico e também tem montanhas, vales e savanas. O lago Togo é outro ponto forte deste país.

 

 

 

 

 

 

3)      KOWEIT

Famoso mundo afora apenas por ter sido invadido em 1990, este minusculo país tem como vizinhos o Iraque e a Arábia Saudita, o que acaba desencorajando viagens por vias terrestres.Além do luxo de Kuait City é possivel também conhecer o ponto mais alto do país, o Du Mutla, ao ainda visitar o Al Ahmadi, berço da indústria petrolífera do país. Alguem se habilita ?

 

 

 

 

 

 

4)      São Tomé e Principe

Denovo a lembrança dos livros de história. Um dos  poucos países do mundo onde o portugues é falado, estas duas ilhas formam os menores países africanos. Praias desertas, águas cristalinas, florestas tropicais, frutos do mar, clima sempre ameno e, vôos
diretos de Lisboa !

 

 

 

 

 

 

 

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Oxente! Let´s go to Texas y´all! (e porque Houston me lembrou Recife!)

16 de junho de 2016 | Postado por Marina em EUA

Olá viajantes!

Tudo bom?

O que vem a sua cabeça quando você pensa no Texas? Na minha, até pouquíssimo tempo atrás vinham caubóis e sotaque carregado além de comida tex-mex. Recentemente tive a oportunidade de enfim visitar a cidade de Houston no Texas e confesso, me surpreendeu super positivamente!

 

 

 

 

 

 

Sim, o sotaque é forte, mas até que tem seu charme! No lugar de “How are you?” Será algo como “How are y´all”?

Localizado no centro sul do país o clima em Houston em setembro, estava quente (bem parecido com Recife). Mas as semelhanças não param por aí, a cidade mais populosa do Texas também é adepta daquela nossa mania de grandeza tipicamente pernambucana. Você sabe como é, gostamos de títulos de maior shopping, maior avenida, maior isso, maior aquilo.

Lá, a bandeira texana é vista por toda parte. Ela tem uma estrela solitária. assim como a nossa bandeira pernambucana. Eles tem orgulho de ser texanos no âmbito nacional, assim como nós temos orgulho de ser pernambucanos no contexto do nordeste. Afinal todo bom pernambucano acha que somos o Estado mais importante, o mais bonito e mais cultural da região, ou simplesmente – o “leão do norte” .

Para citar alguns exemplos, já se falou que o Shopping Center Recife era o maior do Brasil (e de fato até foi); que o Galo da Madrugada é o maior bloco do mundo (também já foi); que a Av. Caxangá é a maior avenida em linha reta da América Latina (nunca foi); e que temos o segundo maior polo médico nacional. Pois bem, lá em Houston eles também adoram este tipo de coisa. O Estado do Texas, veja bem, também é referencia em tecnologia e na área hospitalar em seu país, olha aí as coincidências mais uma vez…
Assim como muitas cidades norte-americanas, Houston é feita para quem tem carro. (Bem diferente de grandes cidades européias onde o transporte público é usado pela maioria da população). A favor dos gringos, lá tem ótimas rodovias e gasolina barata. Claro que lá o dinheiro está bem mais folgado devido a presença de grandes empresas petrolíferas e de gás natural e, definitivamente em termos de estrutura urbana, Houston é um colosso! Tudo muito amplo, organizado, asfaltado, e cheio de arranhas-céus tão altos como sua mania de grandeza. Não à toa, um dos programas recomendados (que eu acabei fazendo) foi subir até o 60 andar do J.P Morgan Town para ver Houston lá de cima. Este programa inclusive é gratuito. Adoro nossa parte antiga e histórica de Recife mas se pudéssemos absorver também uma estrutura similar a que presenciei lá sem dúvida, nossa estrutura urbana seria perfeita. Afnal , sim, nossa praias são bem mais bonitas que as gringas próximas da região tais como Kemah, Galveston ou La Porte . Mas não se pode ter tudo não é mesmo?

Em termos de cultura, sim, em Recife nos temos Brennand (amo!) e, Houston tem também o seu Museum District. Estava até rolando uma exposição de Miró durante a minha estada por lá. Para quem ama arte, vale uma visita a Menil Collection que tem obras de Picasso e Matisse ou o Museum of Fine Arts que tem obras de Monet entre outros. Ah, e Houston também tem muitas Street Arts bem legais e uma cena cultural vibrante. A maioria das turnês mundiais passa por lá. Para ficar por dentro de tudo recomendo o site: www.houston.eventful.com
Na ausência do Shopping Recife (ou Rio Mar) para quem puder e quiser usar os seus dólares da melhor forma, boa dica é conhecer o shopping Galleria, se bem que, em tempos de dólar alto, sem dúvidas, o Premium Outlet (com descontos que podem chegar a 60%) e que fica na cidade vizinha Cypress (tipo, vamos alí em Toritama!), que fica há cerca de 40 km de carro pode ser mais indicado.

Falando em carro, uma das grandes atrações de Houston também fica há cerca de 40 km do centro e atende pelo nome de Johnson Space Center, simplesmente o centro de comando dos voos tripulados da NASA que, claro que tratando-se dos EUA, acabou por tornar-se também um parque temático. Foi dalí que foi recebida a notícia de que o homem havia finalmente pisado na Lua em 1968. E, claro, onde dois anos depois, os tripulantes da Apolo 13 (que depois virou filme) disseram a famosa frase “Houston, we´ve got a program” que fez com que a missão a Lua fosse abortada depois que um tanque de oxigênio da nave explodiu, felizmente, sem vítimas fatais.Tá aí uma boa idéia para o nosso reconhecidíssimo maior parque tecnológico do Brasil, o Porto Digital. Imagina um parque temático interativo que envolvesse games, multimídia, animação, música, fotografia e design ( e algumas montanhas russas, claro!) fica aí a dica!

E você já sentiu um quê da sua terra natal em alguma outra parte do mundo seja pela cultura, arquitetura ou gastronomia? Conta pra gente aqui nos comentários.

 

bjs e até a próxima viagem!

Marina

Boas Notícias: A Austrália tornará o visto de estudante mais simples

25 de abril de 2016 | Postado por Marina em Austrália

 

O governo australiano, através de seu departamento de proteção de fronteiras, anunciou que deve entrar em vigor a partir de 1º de Julho de 2016 o novo método de classificação de vistos para estudantes internacionais. Entre as diversas medidas adotadas está a condensação das 8 subclasses existentes em apenas duas: Subclass 500 (Student) e Subclass 590 (Student Guardian), algo que modifica de fora significativa o método utilizado para tirar visto para a Austrália.

Segundo o CEO da Globalvisa, empresa de assessoria internacional  de vistos para intercambistas, Thiago Oliveira, as mudanças representam “um gesto muito importante de reconhecimento da importância econômica e social dos estudantes internacionais para a economia do país”. Ele comenta que “em pleno processo de eleições americanas na qual um dos principais tópicos é justamente o reconhecimento do papel dos povos imigrantes (ou a repulsa, por parte de um candidato específico), é um gesto muito importante do governo australiano implementar políticas que, na prática, legitimem e valorizem as pessoas que vem de outros lugares do mundo contribuir com o crescimento do país”.

Esta e outras mudanças foram anunciadas ainda em 2015, quando o governo divulgou um documento para modificar a metodologia de imigração, com o objetivo de trazer maior competitividade ao sistema de vistos australiano e trazer um crescimento sustentável ao setor de educação internacional no país. Hoje a educação internacional é considerada um dos cinco pilares do crescimento econômico australiano, movimentando mais de 16 bilhões de dólares entre os anos de 2013 e 2014.

Outra mudança bastante relevante é o nivelamento do nível de risco oficial (Assessment Level) entre os vários tipos de curso possíveis na Austrália. Hoje existem níveis de risco diferenciados e critérios de avaliação mais rigorosos para brasileiros que realizem cursos de inglês em relação a outros que vão para faculdade ou High School na Austrália. Isto interfere na documentação necessária a apresentar (principalmente em relação aos documentos financeiros) e também no nível de risco de negação.

Diversas outras mudanças também são esperadas na relação entre as escolas e o governo com o objetivo de aumentar o nível e a integridade dos cursos oferecidos a estrangeiros no país. Todas as alterações previstas estão sujeitas a mudanças até 1º de julho, data em que o governo australiano tradicionalmente divulga mudanças na política de imigração do país, desde valores de taxas, formulários atualizados ou mudanças de maior porte (como as esperadas em 2016).

O informe completo, com 61 páginas, pode ser encontrado aqui.

Entrevista rádio CBN São Paulo: Intercâmbio exige que se abra ao novo e não se deixe que a tecnologia prive o descobrimento inicial

07 de março de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes!

Tudo bom?

No último  final de semana quando lancei o novo livro “Intercâmbio na Era Digital” no Salão do Estudante de  São Paulo, concedi uma entrevista para a jornalista Pétria Chaves (que é uma queriiida) da rádio CBN São Paulo falando sobre….. (adivinha? kkkk Intercâmbio!!) nosso bate papo foi ótimo e o áudio com duração de 10 minutos pode ser conferido aqui!

 

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

Entrevista: Revista Glamour:Os 7 pecados capitais do Intercâmbio na Era Digital

07 de março de 2016 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Olá viajantes!!

Tudo bom?!

Nossa, fiquei tão feliz com essa matéria que vocês não tem noção!! Adoro a revista Glamour. Quando fiz intercâmbio na Alemanha e na França sempre comprava as versões locais pra praticar o idioma. Como a linguagem é fácil, as matérias são ótimas e sempre tem um preço bem camarada era minha companheira de viagens de trem pela Europa!! Me lembro como se fosse ontem: Comprava 1 saco de Maltesers + 1 glamour e não gastava mais de 3 euros nesse “pacote felicidade plena, o mundo pode se acabar e tá tudo certo”. (Quem ama revista e chocolate vai me entender kkk

Segue aqui o link da entrevista que ficou super bacana e que  foi concedida para jornalista  Cáren Nakashima

O Salão do Estudante 2016 está chegando em 7 capitais! Programe-se e saiba tudo sobre Intercâmbio!

24 de fevereiro de 2016 | Postado por Marina em Feiras e eventos de Intercâmbio

Olá viajantes!

Tudo bom?

O Salão do Estudante 2016, maior Feira de Intercâmbios e Cursos no Exterior da América Latina, será realizado em 7 capitais brasileiras!

Os brasileiros interessados em estudar no exterior terão a oportunidade de conversar diretamente com representantes de
instituições de ensino de diversos países e com as melhores agências de intercâmbio do Brasil. Informações sobre cursos
de idiomas, highschool, graduação, pósgraduação, mestrado, MBA, passagem área, visto, seguro viagem e acomodação.
Ou, seja, um serviço completo para quem planeja estudar fora do país.

Estarei no Salão de São Paulo com stand autografando o meu novo livro “Intercâmbio na Era Digital”  neste sábado e domingo e também realizando um seminário no domingo!!!! A entrada é franca e basta se inscrever para participar!


Além disso, nesta edição do evento, terão duas ações especiais:
1) Aulas de Inglês gratuitas pela University of Delaware: O Salão do Estudante, em parceria com a Universidade de Delaware, vai proporcionar aos visitantes a experiência de estudar inglês como se estivessem nos Estados Unidos. As aulas contarão com:
● Informações sobre cultura local e dicas de conversação com os professores americanos;
● Ambiente que promove a sensação de como é estudar em uma instituição norteamericana
de prestígio;
● Serão cinco turnos por dia cobrindo todos os níveis de conversação, do básico ao avançado.
Para participar, os alunos deverão fazer um rápido teste, no próprio dia, antes de serem encaminhados para o nível
compatível com os seus conhecimentos.

A participação é gratuita para todos os visitantes e as aulas acontecerão em: São Paulo, Rio de Janeiro (Copacabana),
Curitiba, Salvador e Belo Horizonte. As aulas não acontecerão apenas nas feiras do Rio de Janeiro (Barra) e Recife.

As vagas serão limitadas e de acordo com a ordem de chegada.

2) Pavilhão Especial de Graduação e Pós Graduação no Exterior da Campus Global: Decida qual curso fazer e em qual universidade estudar; Saiba quais são os requisitos para admissão numa universidade estrangeira; Como é o processo seletivo e os deadlines de inscrição; Informe-se sobre opções de financiamento estudantil; Descubra os serviços de apoio ao estudante que a universidade oferece;Saibaqual o exame admissional necessário para ingressar na universidade;E muito mais.Um serviço completo para profissionais e executivos que querem dar um upgrade na carreira e ter uma experiência internacional de sucesso.

O Salão do Estudante é a maior Feira de Intercâmbios e Cursos no Exterior da América Latina. A entrada no evento é
gratuita e para maiores informações e inscrição visite o site: www.salaodoestudante.com.br
São Paulo (27 e 28/Fevereiro) – Centro de Eventos do Colégio São Luis
Rio de Janeiro – Barra (1/Março) – Windsor Barra Hotel
Rio de Janeiro – Copacabana (2/Março) Rio Othon Palace
Curitiba (4/Março) – Four Points by Sheraton
Recife (6/ Março) – Mercure Recife Mar Hotel
Salvador (7/Março) – Fiesta Bahia Hotel
Belo Horizonte (9/Março) – Hotel Mercure

 

Bjs!

Marina.

#PartiuIntercâmbio: Sorteio Uatt? premiará ganhador com Intercâmbio grátis! Participe!

18 de janeiro de 2016 | Postado por Marina em Dicas de Viagem

Olá viajantes!

Tudo bom?

Já faz tempo que sou apaixonada pelas mochilas da  Uatt?  Afinal quem é viajante de carteirinha adora uma mochila, certo?

Imagina então se com uma novidade dessas da marca  eu não ia compartilhar com vocês?

Isso mesmo, você poderá ganhar um intercâmbio free? com certeza um desejo de todos que acompanham o blog (e o meu também, claro, né?) pois bem, pegando carona no sonho dos jovens em realizar um intercâmbio, a Uatt?, vai premiar um cliente com uma viagem de estudos para qualquer lugar do mundo. (show né?)

Para concorrer, o cliente deve comprar uma mochila da marca na loja virtual  franquia da rede ou em lojas multimarcas participantes da ação, e cadastrar o código recebido no hotsite da campanha. O sorteio acontecerá no dia 11 de março e o ganhador será contemplado com um intercâmbio para o exterior.

Entrei no site e fiquei com vontade de comprar todas! kkkk. Estarão à venda 15 modelos de mochilas, sendo oito deles supernovidades no mercado, como a Mochila Mix (R$ 219,90) com estampa de Corujinhas criada exclusivamente pelo artista Luciano Martins, a Mochila Bolsa (R$ 229,90), disponível nos modelos Âncoras e Listras, e a Mochila Todo Dia (R$ 209,90), que é perfeita para usar diariamente, pois é feita em jeans e combina com qualquer estilo.

 

 

 

 

Outras opções de mochilas recém-lançadas para este Volta às Aulas são a Mochila Casual (R$ 229,90), toda preta, a Mochila Block Azul e Vermelha (R$ 209,90), a Mochila Moletom (R$ 209,90), e a Mochila Botão (R$ 219,90), ótima opção para as viajantes românticas e que gostam de dar mais cor ao look.

 

Uatt?  também contará com modelos de mochilas com até 40% de desconto, como a de Joaninha e a de Corujinhas, que passarão a custar R$ 119,90, cada, e outros itens para o Volta às Aulas, como estojos, cadernetas, canetas, copos térmico e copos canudo, porta-objetos, blocos de anotações, squeezes e garrafas com canudo e marca-páginas!

 

 

Fuçando o site, descobri também uma história bem bacana da marca que super me identifiquei. Afinal viagens não servem apenas para relaxar, aprender ou compartilhar mas também podem definir o nosso futuro profissional! A Uatt? por exemplo, surgiu graças ao espírito empreendedor e criativo do viajante Rafael Biasotto! Sabe como? Depois de realizar uma viagem pela Europa, em 2002,  ele voltou super inspirado e juntou R$ 8 mil que tinha guardado e pediu mais R$ 10 mil emprestados da avó para começar a criar e fabricar, na sala da casa da família, objetos confeccionados em polipropileno, como luminárias e porta–retratos. Parece que o investimento deu certo! Hoje, com 13 anos de mercado, a Uatt? mantém pelo Brasil cerca de 60 lojas, 400 pontos licenciados (Uatt+), mais de três mil lojas multimarcas e a loja virtual

Fonte foto: exame.abril.com.br

Gostaram da dica?!

Bjs e até a próxima viagem,

Marina.

 

 

 

 

 

 

#PapoViajante: Oh Dúvida Cruel – High School nos EUA ou Inglaterra? TOP 7 Prós e Contras

02 de dezembro de 2015 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Olá viajantes!

Tudo bom?

Quando o assunto é intercâmbio para aperfeiçoamento da língua inglesa a primeira pergunta é: Qual o destino escolher!?  Entre os mais populares, no topo da lista sempre estão a Terra do Tio Sam e a Terra da Rainha.Entre os argumentos de quem prefere Inglaterra temos berço da língua inglesa, localização no centro da Europa….Já para os EUA, temos entretenimento, compras.

E como essa dúvida está sempre presente especificamente quando falamos de High School (Colegial no Exterior), para ajudar nessa árdua escolha, convidei a Giovana (ou, para os amigos Gika!) uma cliente muito querida do STB Recife que tomou uma decisão bem inteligente quando definiu seus planos de High School. ao invés de fazer 1 ano acadêmico em um só país, ela optou por ter uma vivência em ambos e, assim, fazer um semestre nos EUA e depois um semestre na Inglaterra. Perfeito né?

Por isso, ninguém melhor do que ela para falar sobre as diferenças entre os programas de High School que ela vivenciou nestes dois países, então, como a palavra,  Gika:

“Nesse post vou falar do que conheci dos Estados Unidos e da Inglaterra como intercambista, e não como turista. Tem uma diferença enorme entre morar em um lugar, e apenas visitá-lo. Como morei em dormitório nos EUA e em casa de família na Inglaterra, resultou em uma diferença ainda maior no que eu pude conhecer dos dois lugares. Já que, na Flórida eu vivia sob regras do colégio no quesito de ter liberdade para sair e viajar, ao contrário de Oxford.

Cada lugar tem seus prós e contras. Quando levados em consideração, então, podemos ver quais os prós que disfarçam os contras, de acordo com nossas preferências. Sempre achei que os Estados Unidos fazia mais meu estilo; devido ao clima, Disney, compras e afins, mas soube que estava errada quando coloquei os pés no continente Europeu pela primeira vez, em 2009. Havia algo lá que combinava muito mais comigo, e até então, eu não sabia dizer muito bem o que.

1. Cultura

Coral Springs(Flórida) pude perceber que se trata de uma cidade não muito histórica, nada de museus, prédios antigos ou coisa do tipo. Pelo contrário, é tudo bastante novo, casas bem conservadas com terraços verdes e seus jardins bem cuidados, e crianças constantemente apareciam brincando em frente as suas casas. Diferentemente desse estilo de vida e cidade, Oxford me fez parecer como se eu estivesse num livro de história. Museus com entradas gratuitas, parques, estudantes andando pela cidade com suas bicicletas geram uma grande influência, para quem visita ou mora na cidade, em seguir esse estilo de vida. O que me impressionou bastante é que o público do museu vai de excursões de escolas à pessoas mais velhas. As faculdades, que mais me pareceram castelos, são antigas, porém muito bem conservadas e a grande maioria abre suas portas nos Open days (um dia aberto para visitantes conhecerem o campus). Sem contar que, assim como os museus, a entrada é gratuita (no máximo, pedem para você fazer uma doação de qualquer quantia), o que estimula e ajuda os jovens adultos a escolherem ou almejarem entrar em certa
faculdade. E isso é uma coisa que eu admiro bastante na Inglaterra. Os jovens são muito motivados a buscarem aprender mais do lugar de onde vivem, podendo ir a museus e ver de perto, por exemplo, uma certa obra de arte que estão estudando no colégio. Como diria minha mãe, torna tudo bem mais “real”.

2. “Só mais 5 minutinhos!” – Clima

Não poderia deixar de mencionar a diferença entre o clima dos dois lugares. É do ser humano nunca estar satisfeito, se tem praia, quer neve; se tem inverno, quer verão. Minha temporada na Inglaterra começou no início do outono (minha estação preferida) e pegou um pouquinho do inverno, então o tempo estava relativamente frio. Para quem veio de um lugar com temperaturas médias
de 30 graus, pegar 10 graus -ou menos, queria enfatizar isso- pela manhã e ter que ir andando pro colégio não era nada emocionante, ao menos era o que eu achava até voltar pro Brasil. Afinal, quem já morou em lugar frio, sabe o que é lutar por 5 minutinhos a mais debaixo das cobertas antes de se levantar para ir ao colégio. Por causa do tempo frio e imprevisível, era
raro ver crianças brincando nas ruas de Oxford, ao contrário dos EUA, já que eu fui no verão ensolarado da Flórida. No quesito tempo, não tem como negar que os Estados Unidos me ganhou com seus dias quentes e, nos finais de semana, acompanhados de praia.

 

3. Cinema X Teatro

Os EUA é mundialmente conhecido pela sua produção de filmes, já a Inglaterra, assim como boa parte da Europa, é conhecida pelas suas peças teatrais (não que os EUA também não seja). Mas diferentemente da Inglaterra, onde assisti à peças; entre
elas Once e Mamma Mia, na Flórida costumava ir assistir filmes com meus amigos. Senti a diferença, pois nos EUA a programação certa do final de semana era a ida ao cinema, e mesmo tendo frequentado algumas vezes em Oxford também, percebi que ir ao teatro fazia mais o estilo dos britânicos.  Continuar lendo

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