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Oxente! Let´s go to Texas y´all! (e porque Houston me lembrou Recife!)

16 de junho de 2016 | Postado por Marina em EUA

Olá viajantes!

Tudo bom?

O que vem a sua cabeça quando você pensa no Texas? Na minha, até pouquíssimo tempo atrás vinham caubóis e sotaque carregado além de comida tex-mex. Recentemente tive a oportunidade de enfim visitar a cidade de Houston no Texas e confesso, me surpreendeu super positivamente!

 

 

 

 

 

 

Sim, o sotaque é forte, mas até que tem seu charme! No lugar de “How are you?” Será algo como “How are y´all”?

Localizado no centro sul do país o clima em Houston em setembro, estava quente (bem parecido com Recife). Mas as semelhanças não param por aí, a cidade mais populosa do Texas também é adepta daquela nossa mania de grandeza tipicamente pernambucana. Você sabe como é, gostamos de títulos de maior shopping, maior avenida, maior isso, maior aquilo.

Lá, a bandeira texana é vista por toda parte. Ela tem uma estrela solitária. assim como a nossa bandeira pernambucana. Eles tem orgulho de ser texanos no âmbito nacional, assim como nós temos orgulho de ser pernambucanos no contexto do nordeste. Afinal todo bom pernambucano acha que somos o Estado mais importante, o mais bonito e mais cultural da região, ou simplesmente – o “leão do norte” .

Para citar alguns exemplos, já se falou que o Shopping Center Recife era o maior do Brasil (e de fato até foi); que o Galo da Madrugada é o maior bloco do mundo (também já foi); que a Av. Caxangá é a maior avenida em linha reta da América Latina (nunca foi); e que temos o segundo maior polo médico nacional. Pois bem, lá em Houston eles também adoram este tipo de coisa. O Estado do Texas, veja bem, também é referencia em tecnologia e na área hospitalar em seu país, olha aí as coincidências mais uma vez…
Assim como muitas cidades norte-americanas, Houston é feita para quem tem carro. (Bem diferente de grandes cidades européias onde o transporte público é usado pela maioria da população). A favor dos gringos, lá tem ótimas rodovias e gasolina barata. Claro que lá o dinheiro está bem mais folgado devido a presença de grandes empresas petrolíferas e de gás natural e, definitivamente em termos de estrutura urbana, Houston é um colosso! Tudo muito amplo, organizado, asfaltado, e cheio de arranhas-céus tão altos como sua mania de grandeza. Não à toa, um dos programas recomendados (que eu acabei fazendo) foi subir até o 60 andar do J.P Morgan Town para ver Houston lá de cima. Este programa inclusive é gratuito. Adoro nossa parte antiga e histórica de Recife mas se pudéssemos absorver também uma estrutura similar a que presenciei lá sem dúvida, nossa estrutura urbana seria perfeita. Afnal , sim, nossa praias são bem mais bonitas que as gringas próximas da região tais como Kemah, Galveston ou La Porte . Mas não se pode ter tudo não é mesmo?

Em termos de cultura, sim, em Recife nos temos Brennand (amo!) e, Houston tem também o seu Museum District. Estava até rolando uma exposição de Miró durante a minha estada por lá. Para quem ama arte, vale uma visita a Menil Collection que tem obras de Picasso e Matisse ou o Museum of Fine Arts que tem obras de Monet entre outros. Ah, e Houston também tem muitas Street Arts bem legais e uma cena cultural vibrante. A maioria das turnês mundiais passa por lá. Para ficar por dentro de tudo recomendo o site: www.houston.eventful.com
Na ausência do Shopping Recife (ou Rio Mar) para quem puder e quiser usar os seus dólares da melhor forma, boa dica é conhecer o shopping Galleria, se bem que, em tempos de dólar alto, sem dúvidas, o Premium Outlet (com descontos que podem chegar a 60%) e que fica na cidade vizinha Cypress (tipo, vamos alí em Toritama!), que fica há cerca de 40 km de carro pode ser mais indicado.

Falando em carro, uma das grandes atrações de Houston também fica há cerca de 40 km do centro e atende pelo nome de Johnson Space Center, simplesmente o centro de comando dos voos tripulados da NASA que, claro que tratando-se dos EUA, acabou por tornar-se também um parque temático. Foi dalí que foi recebida a notícia de que o homem havia finalmente pisado na Lua em 1968. E, claro, onde dois anos depois, os tripulantes da Apolo 13 (que depois virou filme) disseram a famosa frase “Houston, we´ve got a program” que fez com que a missão a Lua fosse abortada depois que um tanque de oxigênio da nave explodiu, felizmente, sem vítimas fatais.Tá aí uma boa idéia para o nosso reconhecidíssimo maior parque tecnológico do Brasil, o Porto Digital. Imagina um parque temático interativo que envolvesse games, multimídia, animação, música, fotografia e design ( e algumas montanhas russas, claro!) fica aí a dica!

E você já sentiu um quê da sua terra natal em alguma outra parte do mundo seja pela cultura, arquitetura ou gastronomia? Conta pra gente aqui nos comentários.

 

bjs e até a próxima viagem!

Marina

#PapoViajante: Oh Dúvida Cruel – High School nos EUA ou Inglaterra? TOP 7 Prós e Contras

02 de dezembro de 2015 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Olá viajantes!

Tudo bom?

Quando o assunto é intercâmbio para aperfeiçoamento da língua inglesa a primeira pergunta é: Qual o destino escolher!?  Entre os mais populares, no topo da lista sempre estão a Terra do Tio Sam e a Terra da Rainha.Entre os argumentos de quem prefere Inglaterra temos berço da língua inglesa, localização no centro da Europa….Já para os EUA, temos entretenimento, compras.

E como essa dúvida está sempre presente especificamente quando falamos de High School (Colegial no Exterior), para ajudar nessa árdua escolha, convidei a Giovana (ou, para os amigos Gika!) uma cliente muito querida do STB Recife que tomou uma decisão bem inteligente quando definiu seus planos de High School. ao invés de fazer 1 ano acadêmico em um só país, ela optou por ter uma vivência em ambos e, assim, fazer um semestre nos EUA e depois um semestre na Inglaterra. Perfeito né?

Por isso, ninguém melhor do que ela para falar sobre as diferenças entre os programas de High School que ela vivenciou nestes dois países, então, como a palavra,  Gika:

“Nesse post vou falar do que conheci dos Estados Unidos e da Inglaterra como intercambista, e não como turista. Tem uma diferença enorme entre morar em um lugar, e apenas visitá-lo. Como morei em dormitório nos EUA e em casa de família na Inglaterra, resultou em uma diferença ainda maior no que eu pude conhecer dos dois lugares. Já que, na Flórida eu vivia sob regras do colégio no quesito de ter liberdade para sair e viajar, ao contrário de Oxford.

Cada lugar tem seus prós e contras. Quando levados em consideração, então, podemos ver quais os prós que disfarçam os contras, de acordo com nossas preferências. Sempre achei que os Estados Unidos fazia mais meu estilo; devido ao clima, Disney, compras e afins, mas soube que estava errada quando coloquei os pés no continente Europeu pela primeira vez, em 2009. Havia algo lá que combinava muito mais comigo, e até então, eu não sabia dizer muito bem o que.

1. Cultura

Coral Springs(Flórida) pude perceber que se trata de uma cidade não muito histórica, nada de museus, prédios antigos ou coisa do tipo. Pelo contrário, é tudo bastante novo, casas bem conservadas com terraços verdes e seus jardins bem cuidados, e crianças constantemente apareciam brincando em frente as suas casas. Diferentemente desse estilo de vida e cidade, Oxford me fez parecer como se eu estivesse num livro de história. Museus com entradas gratuitas, parques, estudantes andando pela cidade com suas bicicletas geram uma grande influência, para quem visita ou mora na cidade, em seguir esse estilo de vida. O que me impressionou bastante é que o público do museu vai de excursões de escolas à pessoas mais velhas. As faculdades, que mais me pareceram castelos, são antigas, porém muito bem conservadas e a grande maioria abre suas portas nos Open days (um dia aberto para visitantes conhecerem o campus). Sem contar que, assim como os museus, a entrada é gratuita (no máximo, pedem para você fazer uma doação de qualquer quantia), o que estimula e ajuda os jovens adultos a escolherem ou almejarem entrar em certa
faculdade. E isso é uma coisa que eu admiro bastante na Inglaterra. Os jovens são muito motivados a buscarem aprender mais do lugar de onde vivem, podendo ir a museus e ver de perto, por exemplo, uma certa obra de arte que estão estudando no colégio. Como diria minha mãe, torna tudo bem mais “real”.

2. “Só mais 5 minutinhos!” – Clima

Não poderia deixar de mencionar a diferença entre o clima dos dois lugares. É do ser humano nunca estar satisfeito, se tem praia, quer neve; se tem inverno, quer verão. Minha temporada na Inglaterra começou no início do outono (minha estação preferida) e pegou um pouquinho do inverno, então o tempo estava relativamente frio. Para quem veio de um lugar com temperaturas médias
de 30 graus, pegar 10 graus –ou menos, queria enfatizar isso- pela manhã e ter que ir andando pro colégio não era nada emocionante, ao menos era o que eu achava até voltar pro Brasil. Afinal, quem já morou em lugar frio, sabe o que é lutar por 5 minutinhos a mais debaixo das cobertas antes de se levantar para ir ao colégio. Por causa do tempo frio e imprevisível, era
raro ver crianças brincando nas ruas de Oxford, ao contrário dos EUA, já que eu fui no verão ensolarado da Flórida. No quesito tempo, não tem como negar que os Estados Unidos me ganhou com seus dias quentes e, nos finais de semana, acompanhados de praia.

 

3. Cinema X Teatro

Os EUA é mundialmente conhecido pela sua produção de filmes, já a Inglaterra, assim como boa parte da Europa, é conhecida pelas suas peças teatrais (não que os EUA também não seja). Mas diferentemente da Inglaterra, onde assisti à peças; entre
elas Once e Mamma Mia, na Flórida costumava ir assistir filmes com meus amigos. Senti a diferença, pois nos EUA a programação certa do final de semana era a ida ao cinema, e mesmo tendo frequentado algumas vezes em Oxford também, percebi que ir ao teatro fazia mais o estilo dos britânicos.  Continuar lendo

Extra! Extra! Segundo Folha de São Paulo, sobram bolsas para Harvard e MIT

25 de abril de 2013 | Postado por Marina em Bolsas de Estudo

EUA deve abolir formulário de entrada I-94

03 de abril de 2013 | Postado por Marina em EUA

Olá viajantes!

GoodNewsFolks!

O U.S. Customs and Border Protection dos EUA , publicou que a partir de 26/04/2013 não irá mais requisitar aos turistas que chegam ao país, preencher o formulário I-94 ( aquele que fica grampeado no seu passaporte até a data da sua volta.) A medida foi tomada a fim de diminuir o tempo em espera das filas, otimizar o procedimento, diminuir a papelada, reduzir custos e automatizar o processo. Confira o comunicado oficial aqui.

 

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

 

 

Praias, baladas, gente bonita e mexican vibe: TOP 5 motivos para fazer Intercâmbio em San Diego

06 de agosto de 2012 | Postado por Marina em EUA

Olá viajantes! tudo bom?!

San Diego é uma das minhas cidades americanas preferidas! Nem tão grande, nem tão pequena, de clima super agradável, repleta de praias lindas… Assim como no Brasil amo Recife, nos EUA amo San Diego. Estive lá duas vezes e passei pouco mais de 5 dias no total.  A primeira fui a turismo quando percorri toda a Califórnia aos 14 anos (depois que fiz um curso de 4 semanas na Universidade da Califórnia de Riverside). Quase 10 anos depois, voltei a San Diego à trabalho para visitar algumas escola de lá!  Entre elas, Embassy Ces, ELS e a maravilhosa Universidade da Califórnia de San Diego (UCSD) na praia de La Jolla a 30 min do centro de San Diego!

Para fazer o Top 5 desta cidade que tanto adoro, convidei a intercambista Marcelle Pessey que fez uma extensão em Business por 9 meses na UCSD para falar dos seus TOP 5 da cidade! E as dicas da Marcelle você acompanha logo a seguir:

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I left my heart in San Francisco….TOP 5 “achados” de quem acabou de chegar de um intercâmbio por lá!

17 de julho de 2012 | Postado por Marina em EUA

Olá viajantes! tudo bom?!

Os mais novos podem não conhecer essa música que ficou conhecida na voz de Tony Bennett, mas quando perguntei a minha amiga Marina Mundim o que ela tinha achado do Intercâmbio de 1 mês que ela fez em São Francisco durante o Carnaval desse ano a resposta foi categórica: “Ah Marina, I left my heart in São Francisco” e não interpretem errado, afinal,  ela foi acompanhada do marido! rsrsrsr. A verdade é que foi realmente a cidade em sí a a fez cair de amores!Tanto que ela achou muito difícil escolher os seus TOP 5  e optou por não colocar os  pontos turísticos  tradicionais como Pier 39, Castro, Telegraph Hill etc…. Resolveu relatar seus “achados” e “momentos inesquecíveis” que viveu nesses 30 dias de curso de inglês, passeio e  muita diversão. Vamos lá:

1) Tour noturno para Alcatraz – A visita ao famoso presídio onde ficaram criminosos como Al Capone é obrigatória. Escolhemos fazer o passeio noturno, que dá um toque a mais de emoção. A vista para a cidade de São Francisco à noite é incrível. Os tickets podem ser comprados pela internet . É bom garantir o bilhete com antecedência, pois tem apenas 2 horários para o passeio noturno pela Alcatraz Cruises.

2) Atravessar a ponte Golden Gate de bicicleta – A Golden Gate liga São Francisco a Sausalito, uma cidadezinha muito charmosa que vale a pena a visita. Para quem olha de longe parece ser um trajeto muito longo, mas a paisagem e o passeio são tão gostosos, que você nem sente o tempo passar. Não existem lojas de aluguel de bicicleta próximo à ponte, então quando você chega no inicio dela, já terá pedalado por aproximadamente 30 minutos, por isso, o ideal é começar o passeio pela manhã, fazer pequenas paradas para fotos e almoçar em Sausalito. Eu aluguei uma bike aqui  próximo ao Pier 39, mas existem várias lojas espalhadas pela cidade. A Blazing Saddles dá a opção de retornar de Sausalito de ferry, o que faz o passeio ficar menos cansativo.

3) North Beach e Haeys Valley – esses dois bairros são super charmosos. Continuar lendo