Marina Motta

Quer aprender outros idiomas? Saiba quais as línguas mais fáceis e mais difíceis e o porquê?!

10 de novembro de 2011 | Postado por admin em Aprendizado Linguas Estrangeiras

Quais os idiomas são mais fáceis para um brasileiro e o que torna uma língua mais  fácil ou mais difícil?  Existem duas respostas para esta pergunta: Uma racional e outra emocional:

A técnica e racional é: Aqueles que têm mais proximidade com o português.Já a psicológica ou emocional é: Aqueles que você tem mais motivação, interesse e contato.

Mas, a pergunta que não quer calar é: Porque realmente alguns idiomas parecem (e outros verdadeiramente são) tecnicamente mais difícil que outros? E, por onde começar? (Ué, pelos mais fáceis, claro!) Então, vamos à lista:

Imaginem uma pirâmide (olha como estou metódica hoje):

Na base no plano que chamaremos de 1 colocaremos as línguas que são consideradas mais fáceis (muito parecidas em termos de estrutura e vocabulário do português): Nesta base estão espanhol e italiano.

Um pouco acima teremos um plano 2 onde ficarão as línguas latinas(que tem grande similaridade com o português) OU, que temos bastante contato (Aqui ficarão francês, romeno e inglês).

No plano 3, que chamaremos de nível médio de dificuldade, temos os idiomas que não tem origem latina mas possuem alfabeto igual ao português (Aqui estão alemão, turco, polonês e finlandês).

Quase na ponta desta pirâmide teremos os idiomas considerados difíceis, pois além de ter pouca ou nenhuma palavra semelhante ao português, possui outro alfabeto ou ideogramas e sinais difíceis de entender e memorizar. Além disso, muitas destas línguas são tonais, ou seja, o significado de uma palavra muda baseado no tempo que se leva para pronunciar as vogais… Se animou? São elas: mandarim, coreano, japonês, russo, árabe e grego!

Na pontinha desta pirâmide teremos os idiomas quase impossíveis (também chamados cientificamente de “coisa de doido”  ou “difícius pra dedéus”,) razão: Some o item anterior ao fato da pronuncia demandar estalos feitos com a língua no céu da boca. Calma! Não é um clique único padrão, são nada mais nada menos do que cerca de 20 tipos de “estalinhos” feitos com a língua que vão se adicionados às palavras. Acha que desenrola?! Então seu caminho é um intercâmbio em alguns países africanos como Botsuana e cia limitada! Já estive cara a cara com uma tribo Xhosa  em Durban na África do Sul e estes estalinhos com a língua, vai por mim, não é brinquedo não!

Bem, comigo foi bem assim: No caso do inglês, assim como muitos jovens, desde pequena fui bombardeada por músicas, filmes e a boa e velha Cultura Inglesa que me fizeram aprender  o inglês e depois aperfeiçoar em alguns intercâmbios. Sabemos que o inglês, não é muito próximo “linguisticamente” do português mas, é um idioma o qual temos bastante contato, principalmente em tempos cibernéticos…

Já com o francês foi bem diferente! Minha mãe foi professora de francês e, em função desta ser uma paixão dos meus pais, a França certamente foi o país que mais estive depois do Brasil. Então no meu caso, a familiaridade com a língua pesou bastante e, sua similaridade com o português ajudou muito nesta rápida evolução quando morei lá por quase um ano.

No caso do espanhol, este veio por osmose! O terceiro idioma é sempre mais fácil do que o segundo (o cérebro vai pegando a “manha”) então, o espanhol para mim sempre fluiu muito bem tendo praticado sempre que possível nas bandas sul-americanas.

A língua alemã tem uma explicação mais emocional do que racional. Pois foi totalmente fruto de uma motivação pessoal. Era, obviamente, diferente de todas as outras línguas que eu havia aprendido até então e, sempre considerei uma língua linda (eu sei, gosto não se discute) e sonora (eu sei, todo mundo acha feio, mas o que vou fazer se eu acho o máximo?). E, confesso que eu tinha o sonho de ter a língua alemã em minha “jornada de idiomas”.

Bem, depois do alemão, até comprei um curso de árabe e outro de russo com CD e livrinho aqui no Brasil, mas, confesso, acabei deixando de lado, pelo menos por enquanto…

É isso aí gente!

Bjs e até a próxima viagem,

Marina.

  1. Legal suas dicas só tem um errinho oi nglês não é uma língua latina sim anglo saxônica do ramo germânico mas da grande família indo-europeia .Abração.


  2. Olá =) Acompanho o blog e gosto muito das postagens, especialmente essa sobre idiomas que é uma das minhas paixões. Queria saber onde posso estudar idiomas como grego ou russo em Recife, pois só acho por aqui ingles, frances, italiano-os idiomas mais basicos e simples. Até japones já fiz, mas queria mesmo aprender grego e russo =(


  3. Marina, o grego também tem um alfabeto próprio. Deveria estar no nível difícil.


  4. Oi Bruna! Tudo bem?! Que bom que gosta do Blog! fico feliz! Então, Infelizmente também não achei nada por aqui… por isso recorri ao uns cursos on-line e via livrinhos e CD! Com certeza se tivesse aqui seria bem mais fácil para a gente né?! Se achar me avisa! Bjs Marina


  5. Oi Luiz Fernando! tudo bom?! Então, neste item coloquei latinas OU que temos bastante contato (que é o caso do inglês). Obrigada pela sua mensagem! Que legal que também curte este assunto! continue acompanhando o blog! Abraço, Marina.


  6. Oi Carlos! tudo bem?! Obrigada por acompanhar o blog e pela sugestão! Grego incluído no nível difícil! Abs! Marina.


  7. kkkkk

    Adorei o comentário, sua espertinha!

    Mais uma dessas e eu me apaixono! =D

    É casada?

    Caso não, um beijo bem grandão…
    Caso sim, um beijo piquininim…


  8. Sim! Sou casada! Obrigada pelo carinho e participação aqui no Blog! :)


  9. De nada…

    … eita maridão sortudo!


  10. finlândes foi difícil de aprender… horas e horas de estudos e até que… Sain vihdoin puhua suomea!


  11. Muito bom a sua dica. Eu queria e ainda quero muito aprender inglês. Achava muito dificil, agora acho muito facil. Vou me matricular em um curso de inglês, e espero em pouco tempo está falando inglês. Muito obrigada! ^^


  12. Dentre outras línguas fáceis, poderíamos também incluir as línguas escandinavas continentais – dinamarquês, norueguês e sueco, por serem parecidas com o inglês em gramática. Elas são facílimas. O vocabulário lembra o inglês ou o alemão, e mais raramente, o holandês. Aliás, o holandês também seria uma língua fácil.

    Outras línguas talvez médias, seriam o malaio, indonésio, hebraico (na verdade é fácil, o mais difícil é ler, pois o alfabeto hebraico dispensa vogais). Também seriam médio o grau de dificuldade do persa (e suas variantes dari e tadik), e o hindustâni (que inclui o hindi e o urdu).

    Queridos, quanto ao grego, o alfabeto não dificulta em nada a língua grega. É um alfabeto facílimo de ler. O que torna o grau de dificuldade do grego realmente difícil é a gramática. Mas o grego tem uma estrutura parecida com as línguas românicas. Acho até que deveriam reclassificar o grego e as línguas românicas numa mesma família, que talvez se chamasse Greco-itálicas.


  13. Oi Pedro, tudo bom?! Obrigada pela sua contribuição aqui no blog! Você é da área de linguística?! Amo esse assunto! volte sempre! abs, Marina.


  14. Amei a dica!
    Já tratei de memorizar esta lista para começar da maneira correta!
    Apesar de ainda estar no Intermidied do curso de English (sendo que terminei o básico na metade do tempo determinado, por ter facilidade). No mês que vem darei início no curso de Spanish (matrícula já realizada!) e ando muito curiosa com as linguagens Asiáticas (Mandarim).
    Será que eu conseguiria fazer tres linguagens simultaneamente; no caso as de níveis “fáceis”?! Sinto um pouco de receio de estar sendo afobada demais…
    =(


  15. Sou poliglota, estudei 10 idiomas, achei o russo mais difícil devido às 6 declinações. Estudei alemão 6 anos. todas aprendí sozinho e depois fui visitar o país. recomendo estudarem romeno, aprendí fluentemente em seis meses e falava com meu amigo romeno que mora no exterior por telefone bem rapidamente e com boa fluência. Seria legal criarmos um newsgroup


  16. Sou poliglota, estudei 10 idiomas, achei o russo mais difícil devido às 6 declinações. Estudei alemão 6 anos. todas aprendí sozinho e depois fui visitar o país. recomendo estudarem romeno, aprendí fluentemente em seis meses e falava com meu amigo romeno que mora no exterior por telefone bem rapidamente e com boa fluência. Seria legal criarmos um newsgroup, que tal?


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