Archive for the ‘Colegial no Exterior – High School’ Category

#PapoViajante: Oh Dúvida Cruel – High School nos EUA ou Inglaterra? TOP 7 Prós e Contras

02 de dezembro de 2015 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Olá viajantes!

Tudo bom?

Quando o assunto é intercâmbio para aperfeiçoamento da língua inglesa a primeira pergunta é: Qual o destino escolher!?  Entre os mais populares, no topo da lista sempre estão a Terra do Tio Sam e a Terra da Rainha.Entre os argumentos de quem prefere Inglaterra temos berço da língua inglesa, localização no centro da Europa….Já para os EUA, temos entretenimento, compras.

E como essa dúvida está sempre presente especificamente quando falamos de High School (Colegial no Exterior), para ajudar nessa árdua escolha, convidei a Giovana (ou, para os amigos Gika!) uma cliente muito querida do STB Recife que tomou uma decisão bem inteligente quando definiu seus planos de High School. ao invés de fazer 1 ano acadêmico em um só país, ela optou por ter uma vivência em ambos e, assim, fazer um semestre nos EUA e depois um semestre na Inglaterra. Perfeito né?

Por isso, ninguém melhor do que ela para falar sobre as diferenças entre os programas de High School que ela vivenciou nestes dois países, então, como a palavra,  Gika:

“Nesse post vou falar do que conheci dos Estados Unidos e da Inglaterra como intercambista, e não como turista. Tem uma diferença enorme entre morar em um lugar, e apenas visitá-lo. Como morei em dormitório nos EUA e em casa de família na Inglaterra, resultou em uma diferença ainda maior no que eu pude conhecer dos dois lugares. Já que, na Flórida eu vivia sob regras do colégio no quesito de ter liberdade para sair e viajar, ao contrário de Oxford.

Cada lugar tem seus prós e contras. Quando levados em consideração, então, podemos ver quais os prós que disfarçam os contras, de acordo com nossas preferências. Sempre achei que os Estados Unidos fazia mais meu estilo; devido ao clima, Disney, compras e afins, mas soube que estava errada quando coloquei os pés no continente Europeu pela primeira vez, em 2009. Havia algo lá que combinava muito mais comigo, e até então, eu não sabia dizer muito bem o que.

1. Cultura

Coral Springs(Flórida) pude perceber que se trata de uma cidade não muito histórica, nada de museus, prédios antigos ou coisa do tipo. Pelo contrário, é tudo bastante novo, casas bem conservadas com terraços verdes e seus jardins bem cuidados, e crianças constantemente apareciam brincando em frente as suas casas. Diferentemente desse estilo de vida e cidade, Oxford me fez parecer como se eu estivesse num livro de história. Museus com entradas gratuitas, parques, estudantes andando pela cidade com suas bicicletas geram uma grande influência, para quem visita ou mora na cidade, em seguir esse estilo de vida. O que me impressionou bastante é que o público do museu vai de excursões de escolas à pessoas mais velhas. As faculdades, que mais me pareceram castelos, são antigas, porém muito bem conservadas e a grande maioria abre suas portas nos Open days (um dia aberto para visitantes conhecerem o campus). Sem contar que, assim como os museus, a entrada é gratuita (no máximo, pedem para você fazer uma doação de qualquer quantia), o que estimula e ajuda os jovens adultos a escolherem ou almejarem entrar em certa
faculdade. E isso é uma coisa que eu admiro bastante na Inglaterra. Os jovens são muito motivados a buscarem aprender mais do lugar de onde vivem, podendo ir a museus e ver de perto, por exemplo, uma certa obra de arte que estão estudando no colégio. Como diria minha mãe, torna tudo bem mais “real”.

2. “Só mais 5 minutinhos!” – Clima

Não poderia deixar de mencionar a diferença entre o clima dos dois lugares. É do ser humano nunca estar satisfeito, se tem praia, quer neve; se tem inverno, quer verão. Minha temporada na Inglaterra começou no início do outono (minha estação preferida) e pegou um pouquinho do inverno, então o tempo estava relativamente frio. Para quem veio de um lugar com temperaturas médias
de 30 graus, pegar 10 graus –ou menos, queria enfatizar isso- pela manhã e ter que ir andando pro colégio não era nada emocionante, ao menos era o que eu achava até voltar pro Brasil. Afinal, quem já morou em lugar frio, sabe o que é lutar por 5 minutinhos a mais debaixo das cobertas antes de se levantar para ir ao colégio. Por causa do tempo frio e imprevisível, era
raro ver crianças brincando nas ruas de Oxford, ao contrário dos EUA, já que eu fui no verão ensolarado da Flórida. No quesito tempo, não tem como negar que os Estados Unidos me ganhou com seus dias quentes e, nos finais de semana, acompanhados de praia.

 

3. Cinema X Teatro

Os EUA é mundialmente conhecido pela sua produção de filmes, já a Inglaterra, assim como boa parte da Europa, é conhecida pelas suas peças teatrais (não que os EUA também não seja). Mas diferentemente da Inglaterra, onde assisti à peças; entre
elas Once e Mamma Mia, na Flórida costumava ir assistir filmes com meus amigos. Senti a diferença, pois nos EUA a programação certa do final de semana era a ida ao cinema, e mesmo tendo frequentado algumas vezes em Oxford também, percebi que ir ao teatro fazia mais o estilo dos britânicos.  Continuar lendo

Planejando o seu High School no Exterior:

14 de agosto de 2014 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

 O programa High School é um dos maiores presentes que os pais podem dar aos seus filhos, pois proporciona ao jovem a oportunidade de vivenciar a autonomia e mostrar que ele tem toda a responsabilidade para lidar com ela. Entretanto,
antes de decidir realizar esse sonho, o STB – Student Travel Bureau, líder no segmento de educação internacional, recomenda aos pais planejar a viagem com o máximo de antecedência possível.

Segundo a gerente de High School do STB, Renata Santana, a infraestrutura das escolas de ensino médio do Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Suíça, Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, Espanha, França, Holanda e Irlanda, aliada à qualidade de vida desses países, tem atraído a atenção dos pais, preocupados com a formação educacional e pessoal de seus filhos. E também o interesse dos estudantes do ensino médio, que desejam adquirir experiência internacional já pensando na carreira.

“Pesquisar sobre a escola, o país e o estilo de vida da cidade escolhida para o estudo, reunindo relatos de ex-alunos, faz toda a diferença no planejamento do intercâmbio. Aconselhamos também iniciar uma poupança mensal voltada à viagem, pois além dos gastos com documentação, curso, acomodação e passagem aérea, recomendamos o envio mensal de US$ 300 a US$ 500 para gastos com almoço, transporte e material escolar”, explica Renata.

O STB orienta ainda a ter toda a documentação em dia: passaporte, assistência médica internacional, carteira de vacinação e histório escolar. Além disso, é importante conversar com a coordenadora da escola do seu filho no Brasil, visando ajudar a definir quais matérias cursadas no exterior poderão ser aproveitadas no retorno.

Para facilitar a adaptação do estudante, o STB aconselha que os pais conversem com os filhos sobre possíveis diferenças culturais, evitando a confusão entre saudade de casa e dificuldade de integração. “É importante acostumar o filho com afazeres domésticos, como arrumar a cama e manter o quarto organizado. Além disso, é interessante que eles estudem a história do Brasil, porque os colegas de sala vão perguntar”, salienta Renata.

Relato de intercambista

Alguns jovens gostam tanto da experiência que decidem dar continuidade aos estudos no exterior. É o caso de Camila França, brasileira que embarcou para cursar o ensino médio em Kent, cidadezinha próxima a Brighton, acabou terminando os estudos por lá, e atualmente está se graduando em administração numa universidade inglesa.“Eu me adaptei facilmente ao modo de vida inglês, e fazer amigos do próprio país foi essencial para aprender a falar a língua fluentemente. Sinto-me muito mais segura voltando para o Brasil com uma graduação internacional no currículo, e não descarto a possibilidade de cursar pós-graduação na Inglaterra, depois de concluir a faculdade. É claro que sinto falta de minha família e do clima brasileiro, mas contorno as saudades viajando para meu país durante as férias”, conta Camila. Continuar lendo

Pensando em fazer um High School? Saiba o que considerar!

08 de novembro de 2013 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Com o mundo cada vez mais conectado e globalizado, cresce entre os pais a vontade de enviar seus filhos para estudar um período no exterior, seja para garantir uma experiência cultural ou já antecipando eventuais demandas do mercado de trabalho. Segundo dados da Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta, da sigla em inglês), no ano passado, 175 mil brasileiros procuraram agências de intercâmbio para estudar em outros países. Esse volume é mais que o dobro do registrado pela Belta há cinco anos.

Uma das modalidades mais requisitadas por estudantes brasileiros que têm essa oportunidade no exterior é a high school (equivalente ao nosso ensino médio). Atualmente, são mais de 23 mil estudantes brasileiros em programas do tipo. De acordo com um estudo realizado pela Belta, essa modalidade só perde para os cursos de idiomas em volume de procura e vem crescendo nos últimos anos. Dados da Student Travel Bureau, agência especializada em intercâmbio, mostram que o número de brasileiros que deixaram o país para cursar o ensino médio em países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra cresceu 30% só no ano passado. “Além de aprimorar o idioma, a high school é uma ótima oportunidade para o jovem conhecer outras culturas e amadurecer como pessoa”, avalia Carlos Robles, presidente da Belta. Continuar lendo

High School (Colegial no exterior) x Vestibular – Eis a questão!

13 de maio de 2013 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Olá viajantes!

Tudo bom?!

Pensando em estudar um ou dois semestres no exterior porém está preocupado com o resultado do vestibular?! #SeusProblemasAcabaram (TabajaraFeelings)! 

Dá uma olhada nessa matéria que colaborei no jornal Diário de Pernambuco de ontem (domingo – 12/05/2013)

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

Projeto Ganhe o Mundo: Foram abertas mais bolsas de Colegial no Exterior

28 de janeiro de 2013 | Postado por Marina em Bolsas de Estudo

Olá viajantes! tudo bom?!

Quem me acompanha no Instagram (segue aí: @mottamarina) viu que tive o prazer de ser convidada para realizar uma palestra para os alunos selecionados pelo programa Ganhe o Mundo do Governo do Estado de Pernambuco.Pela primeira vez na história, um Estado brasileiro promoveu algo semelhante e que, com certeza, será exemplo para todo o Brasil. Esse foco em educação e cultura vão, com certeza, mudar toda a perspectiva e as oportunidades destes jovens cheios de sonhos e com, certeza, com um futuro brilhante!

Para que se interessou pelo assunto, até 1º de fevereiro, haverá nova chamada. São 1.275 vagas, distribuídas entre Argentina, Canadá, Chile, Espanha, Estados Unidos e Nova Zelândia.

Para participar, existem alguns pré-requisitos que os estudantes precisam ficar atentos:

estar cursando o 2º ano do ensino médio em 2013;

ter tido a média anual a partir de 7 em português e matemática em 2012;

 não ter sido reprovado no ano passado;

ter frequentado 85% das aulas também em 2012;

possuir, no mínimo, 14 anos até o dia 1º de agosto de 2013 e, no máximo, 17 anos e 11 meses até o dia 28 de fevereiro de 2014. Continuar lendo

High School em Bournemouth, Inglaterra: Video Diary

21 de janeiro de 2013 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Olá viajantes!  Tudo bom?!

Você tem vontade de fazer intercâmbio na Inglaterra?! Tem curiosidade de saber como seria o dia a dia estudando em uma escola na Terra da Rainha e morando em uma casa de família inglesa?!Já ouviu falar da cidade de Bournemouth?! Assista então aqui o diário virtual da intercambista Adriane Jota na escola Kings Bournemouth!

 #ApertemOsCintos e #BoaViagem!

Bjs

Marina

High School: Intercâmbio é que nem casamento, cada um sabe o seu momento!

14 de setembro de 2012 | Postado por Marina em Colegial no Exterior - High School

Olá viajantes! tudo bem?!

Quem leu o jornal Diário de Pernambuco de ontem!? Colaborei com matéria pautada nos programas de High School (Colegial no Exterior). A reportagem abordou preços, depoimentos de quem já foi e de quem está indo, opiniões de diretores de escolas e também qual seria o momento certo para o jovem fazer o intercâmbio, ainda no colegial ou mais velho depois que acaba o colégio. A resposta?! Depende muito de cada um, né?! O mais importante é estar preparado, seguro para viver essa experiência, certo?! Olha só a minha frase que colocaram em destaque: “Intercâmbio é que nem casamento, cada um sabe o seu momento”….kkkk mas não é verdade!? O momento certo de fazer intercâmbio varia de pessoa para pessoa, é ou não éh?! Quem concorda?!

01 de Julho; #Dia do Canadá: Muito além de um Parabéns e muito obrigada!

29 de junho de 2012 | Postado por Marina em Canada

Olá viajantes!
Tudo bem?!

Trabalhar com Educação Internacional tem dessas coisas…. Sim, exige-se  muita responsabilidade e muita paixão (mas acho que isso  é comum a todas as áreas!)  Porém, acredito que assim como um Engenheiro tem alegria de ver sua obra pronta ou um médico de ver o seu paciente finalmente curado, para quem trabalha com Educação Internacional o grande momento é mesmo quando temos a consciência de que o jovem alcançou seus objetivos em seu intercâmbio. Amadureceu, tornou-se mais seguro, mais fluente e mais independente! Ou seja, o intercâmbio foi bem sucedido! Esta semana, recebi da organização parceira no Canadá, um depoimento de uma intercambista de Recife chamada Luiza (sim, outra Luiza que estava no Canadá) e que acaba de concluir 1 semestre de High School na pequena Stratford (cidade próxima a Toronto onde, por sinal, nasceu Justin Bieber…) A carta está toda em inglês e ficamos maravilhados com as palavras dela, por isso, achei que não poderia haver melhor post para comemorar o Dia do Canadá que será neste 01 de Julho do que este depoimento:

Being an exchange student – By Luisa Ribeiro Continuar lendo

Você sabe em qual cidade no Canadá a Luiza estava? Conheça Barrie e saiba porque ela é uma ótima opção para High School:

20 de janeiro de 2012 | Postado por Marina em Canada

Diferente dos cursos de idiomas que se concentram em grandes cidades como Vancouver ou Toronto, os programas de High School tendem a ter como característica a escolha de cidades menores e com menos brasileiros como fez, por exemplo a Luiza que estava no Canadá, ao escolher a cidade de Barrie.

Barrie:

Barrie faz parte da região de Simcoe. Há cerca de 1 hora de carro de Toronto, é uma área rica em história com a tranqüilidade de uma pequena cidade, porém perto de um grande centro.  Estive lá em 2009 e achei super bonitinha! Antigamente, eu pensava que esta cidade se escrevia Berry, como BlueBerry e Blackberry mas depois descobri que era Barrie mesmo!

Barrie é a segunda área urbana que mais rapidamente cresce no Canadá, à taxa anual de 4,9%. O slogan “Barrie means business” (que significa “em Barrie os negócios são assunto sério”) Barrie, no entanto, não perdeu sua atratividade como pequena cidade histórica às margens do Lago Simcoe, um local muito procurado para casas de veraneio.

Com população de 132.000 habitantes  Barrie pode ficar bem frio no inverno, hoje por exemplo, a temperatura por lá está algo como -14 negativos, no entanto, por lá também da para esquiar nas redondezas!

Existem outras comunidades legais nesta região entre elas:

– Alliston

–  Barrie

–  Bradford West Gwillimbury

 –  Collingwood

 – Midland/Penetanguishene

– Orillia

Como Funciona o Colegial no Canadá:

No programa de estudo Colegial no Exterior, o estudante freqüenta aulas em uma escola local e mora com uma família anfitriã como se fosse filho ou filha dela – literalmente. O estudante intercambista de High School aperfeiçoa um novo idioma de uma maneira extremamente rápida e duradoura, num estilo cotidiano de se comunicar que só é possível morando em outro país.

Normalmente, as escolas oferecidas localizam-se em cidades de pequeno ou médio porte, proporcionando um convívio mais intenso, tanto entre os alunos quanto com a comunidade local, favorecendo a adaptação e desenvolvimento do idioma.

O estudante descobre que o contato com uma nova cultura o torna mais flexível, adaptável e ágil para enfrentar o mundo com mais confiança e segurança. As experiências, conhecimentos e amizades deste período irão influenciar decisiva e positivamente na formação do jovem.

O que é necessário para fazer um High School no Canadá?
* Ter idade entre 15 e 18 anos;                                  
* Estar cursando o segundo grau (estudantes que já estiverem cursando o 2º semestre do 3º ano podem se inscrever para o mês de janeiro seguinte por um semestre letivo);
* Possuir notas na média adotada pela sua escola e não ter repetência nos últimos três anos que antecedem a participação no programa;
* Possuir nível intermediário/intermediário superior do idioma inglês (50 pontos ou mais no SLEP TEST).
* Histórico escolar dos últimos três anos cursados, traduzidos para o inglês por um tradutor juramentado, e autorizado pelo consulado se este exigir.

canada-luiza-jornal

Bjs e até a próxima viagem!

Marina

Vídeo: Destino – High School USA

10 de dezembro de 2011 | Postado por admin em Colegial no Exterior - High School

Fazer o Colegial no Exterior por 1 semestre ou 2 semestres acadêmicos pode ser uma ótima forma de praticar inglês, conhecer à fundo outra cultura e amadurecer!

Os programas de High School, como são chamados, são especialmente populares nos EUA. Primeiro, por ter sido o primeiro país a promover este tipo de intercâmbio e segundo, pelo fato de terem um custo x benefício excelente já que a maioria estuda em escola pública e as casas de família são voluntárias.

Ouvimos, no entanto, sempre aqueles casos de estudantes que ficaram em “micro” cidades de 500 habitantes ou que moraram em um trailler e que, por isto, alguns não gostaram muito da sua experiência já que não tinham muitos atrativos e formas de entretenimento em suas cidades.

Explico: Como é a família quem escolhe o estudante, é sempre importante saber que no clássico intercâmbio de escola pública nos EUA isto pode acontecer mesmo pois o aluno não escolhe aonde vai estudar.Por esta razão, este post em vídeo de um bate-papo que fiz com o Tom Ericsson da organização Educatius foi tão interessante.

A proposta do Educatius é o aluno escolher onde quer estudar (tem várias opções em Boston, Los Angeles, etc) e depois a Educatius se compromete a encontrar uma família para o estudante onde ele escolheu. E, como a família é remunerada, caso haja alguma dificuldade ou problema de relacionamento que não possa ser sanado, eles então poderão mudar o estudante de família com muito mais facilidade.

É um programa mais caro porém com um “potencial de acerto” muito maior já que permite que o aluno escolha efetivamente para onde quer ir e, sendo o serviço de acomodação remunerado, o leque de troca(caso seja necessário) também é mais amplo.

No vídeo abaixo vejam o presidente da Educatius falando, ele mesmo, sobre isto:

Interessou?! Se você está no ensino médio, tem inglês intermediário e boas notas, informe-se sobre a possibilidade de você também fazer o seu High School com a www.educatius.org/

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

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