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Olá viajantes!
Tudo bom!?
Quem me acompanha no Instagram (segue aí: @mottamarina) já tinha dado uma conferida nas fotos de tirar o fôlego da minha viagem a MALTA.
Fazia MUITO tempo que queria conhecer esse pequenino país. Na verdade foi mesmo até obra do destino. Explico. Desde o início ia passar 1 semana em Londres , 1 dia em Edimburgo, 4 dias na Croácia e depois mais uns 5 dias na Turquia. Eis que no dia que fui pra Edimburgo (leia o post sobre os highlights da capital escocesa aqui) parei para tomar um café no Starbucks e resolvi entrar na internet. De repente todo mundo só falava das confusões de manifestações em Istambul. Pesquisa vai pesquisa vem, vi que eu não tinha muito tempo pra poder cancelar meu roteiro da Turquia sem muitas multas então tinha que tomar uma decisão rápida.
Peguei i I-Phone e abri o mapa da Europa. Depois comecei a pesquisar todas as opções de voos partindo de Milão ( Já que esta era a minha escala entre Croácia e Turquia). Eis que a pequena Malta estava lá olhando pra mim (e sorrindo), por apenas uns 150 Euros partindo de Milão pela Air Malta… Não precisei pensar muito… Edimburgo estava frio naquele dia, foi só ver aquelas fotos do mar mediterrâneo azulzinho lá em Malta e a previsão de sol pra semana seguinte pra eu tomar a decisão: Malta aí vou eu!
Destino definido, Continuar lendo
Olá viajantes!
Tudo bom?!
Acho que essa é, definitivamente, A definição do que vem a ser INTERCÂMBIO!
Aqui no blog já falei sobre minha impressão dos canadenses, alemães, ingleses, franceses, australianos….. todos nativos de países onde fiz intercâmbio.A questão é, quando moramos em outro país não aprendemos somente a sua língua nativa. Isso é apenas o mote.O que vem junto aí sim, é uma bagagem tão ou mais rica do que puro e simplesmente a fluência em outro idioma.É aí que surgem as curiosidades da cultura, manias, gírias, gostos, crenças e todas as particularidades que envolvem uma nação.
Ano que vem com a COPA 2014 vamos mostrar um pouco mais do Brasil para o mundo. Sim, somos alegres, receptivos, gostamos de carnaval e de futebol mas o que mais um estrangeiro pode dizer do nosso jeitinho tão nosso e tão brasileiro de ser?!
Ao que parece muita coisa! Olivier é um francês que está morando há 1 ano no Brasil, mais precisamente em BH, lá na capital do pão de queijo e registrou algumas, muitas (mais precisamente 65 coisas que ele observou a respeito dos brasileiros). Alguns deles me fizeram dar boas risadas. Vale a pena conferir!
Olá viajantes!
Tudo bom?!
Quem gosta de NY levanta a mão! Eu adoro! Pela sua efervescência de metrópole, pelos seus cantinhos, espetáculos, museus, compras…
No entanto, nas duas vezes que fui à turismo (e passei 5 dias cada) não deu tempo de eu me sentir “native” já que trata-se de uma cidade com muitas nuances e além de suas atrações principais, existe também a lógica de geolocalização. Pensando nisso, pedi ajuda à Carol Guedes que passou 1 ano morando no coração da Big Apple para me ajudar a escrever um post sobre a geolocalização nova-iorquina, e ele segue logo abaixo:
A pergunta que não quer calar: “Carol, eu nunca entendi muito bem a lógica do mapa de Nova York. O que significa exatamente a décima segunda com terceira? Sei como é na teoria mas na prática sempre me atrapalho. Além de pedir um Drink Cosmopolitan ( ou “Cosmo”) Como posso parecer Carrie Bradshaw do seriado Sex and the City e “dar a entender” que sou “local” em Manhattan da próxima vez que pegar um taxi em NYC ?! kakakaka! HELP”.
Carol: Pra quem vai muito ou pra quem já morou lá é muito fácil se localizar nesse mundo de ruas e avenidas paralelas.A ilha de Manhattan é cortada de norte a sul por 16 avenidas e cortada de leste a oeste por 155 ruas. As avenidas são numeradas de 1 a 12 mas entre as avenidas 3° e 5° temos a Lexington avenue, a Park e a Madison. Outra avenida famosa da cidade é a Broadway, que não obedece à mesma configuração das outras avenidas, já que não é paralela. A quinta avenida separa a cidade em duas partes: lado east (da 1° a 5°) e lado West (da 6°, ou avenida das Américas, até a 12°). A maioria das ruas são perpendiculares às avenidas com exceção do sul da ilha (Soho, Tribeca, Village), onde as ruas levam nomes, ao invés de números e são verdadeiros labirintos. Ali não tem jeito, é preciso de um mapinha para se achar.Quando dizemos, por exemplo, o endereço 135w 15 street (o endereço onde morei), significa que o número do local é 135 do lado West e fica localizado na rua 15. Se fica do lado West, é depois da 6° avenida (nesse caso, fica entre a 6° e a 7° avenida).
Mas, quando estamos vendo filmes e um personagem fala para o taxista: 48 com a sétima, significa que ele quer ir para a rua 48 em um ponto perto da 7° avenida. Continuar lendo
Investir na carreira para aprimorar conhecimentos e passar mais tempo com a família são duas atividades que podem ser difíceis de conciliar. Pensando nessa demanda de estudar e, ao mesmo tempo, não descuidar da família, agências de intercâmbio passaram a investir em uma alternativa para suprir a necessidade de todo o grupo, o intercâmbio em família.
Muitas vezes, o pai ou a mãe quer sair do país para estudar, mas deixa de ir porque prefere aproveitar o período de férias com a família. Agora, eles podem fazer o intercâmbio e também incluir os filhos, que, geralmente, estudam na mesma escola.
Os pacotes dessa modalidade de viagem normalmente permitem que as famílias estudem na mesma escola e tenham obrigações em horários parecidos para que todos consigam aproveitar o restante do tempo juntos.
Manter o foco
Apesar da experiência ser potencialmente muito positiva, o intercâmbio em família pode trazer problemas, como a falta do uso da língua estudada por estar em um ambiente familiar. Além disso, a preocupação com o roteiro turístico e outras atividades pode desviar um pouco o objetivo da viagem.
Para a master coach pela Sociedade Brasileira de Coaching Liamar Fernandes, traçar um objetivo ainda no Brasil e ter disciplina são fundamentais para manter o foco. “Estar em um ambiente familiar é uma coisa boa, mas é preciso ter organização para não confundir estudo com passeio”, sugere Liamar.
Combinar de falar apenas na língua estudada, delimitar os horários de estudo e os de passeio e buscar situações que exijam a comunicação com pessoas do país visitado podem ajudar a não esquecer o principal objetivo da viagem. “Para que ninguém se prejudique, é importante ter os objetivos individuais bem claros. Toda viagem traz conhecimento e experiências. É preciso usar a oportunidade com inteligência”, afirma a master coach.
Muito além do idioma
Muitas famílias não procuram apenas cursos de línguas em outros países. Segundo a gerente de cursos do STB, Marcia Mattos, os brasileiros investem também nas áreas de fotografia, marketing, moda, especializações em geral e cursos de línguas voltados para diversas áreas de atuação, como por exemplo, inglês para advogados. “A procura por intercâmbio em família tem crescido de 60 a 70% ao ano. Hoje, há no Brasil um planejamento maior em educação internacional e isso pode incluir a família inteira”, afirma.
Fonte: IG -BR – 28/06/13 – Web
Olá viajantes!
Tudo bom?!
Como vocês sabem, acabei de voltar de Londres, porém desta vez aproveitei e comprei uma passagem de avião por GBP 17 libras (Easy Jet – Amor verdadeiro Amor Eterno – kkkkk ) e fui passar um dia em Edimburgo. Meu tempo estava curto, já que como falei segui depois para Croácia e Malta mas já fazia muito tempo que queria ter um gostinho da escócia então como precisava primeiro ter uma ideia geral contratei o walking tour Secrets Of The Royal Mile da www.mercattours.com para fazer a parte histórica (old town) no turno da manha e depois segui para a New town (parte nova da cidade) para umas comprinhas (já que havia ouvido falar que era mais barato do que em Londres, no fim, achei até quase a mesma coisa)
A cidade velha de Edimburgo é clássica, mágica e misteriosa e preserva sua fisionomia medieval. Encontra-se nesta parte da cidade, o Castelo de Edimburgo, a Catedral St. Gilles, o Museu Real da Escócia, o Palácio de Holyrood e Universidade de Edimburgo e a Royal Mile (ou Milha Real), nome que se dá a uma sucessão de ruas que forma a artéria principal da cidade velha.
Um lindo jardim separa a old town da parte nova cidade (“New Town”) e é nela que você encontrará a Princes Street que assim como a George Street tem muitas opções de lojas para compras. Marcas de luxo e butiques sofisticadas são facilmente encontradas em Multrees Walk e na Harvey Nichols, em St. Andrews Square. Entusiasta da moda vintage,: visite Stockbridge e delicie-se com as melhores lojas vintage e de segunda mão.
Uma coisa que me impressionou como comecei a pensquisar o destino é que Edimburgo tem mais restaurantes estrelados Michelin do que qualquer outra parte do Reino Unido fora de Londres, por isso, se você estiver no clima para um jantar premiado, saiba que a sorte está do seu lado. Experimente o Castle Terrace ou o The Kitchin para saborear pratos modernos e de primeira classe com os melhores ingredientes escoceses. Caso queira experimentar a comida tradicional, como “haggis” (miúdos de carneiro), “neeps” (nabos) e “tatties” (batatas), os pubs de toda a cidade resolverão a questão com prazer. E não se esqueça de tomar uma dose ou duas da bebida nacional o Scotch Whisky Se você for um grande apreciador também deverá conhecer os whisky festivals anuais da Escócia, onde passeios especiais pelas destilarias são acompanhados de música ao vivo, conversas com especialistas, eventos gastronômicos e etílicos, e muito mais.
Se você estiver no clima de festa, a dica é conhecer as elegantes casas de drinques de George Street, os bares animados de Grassmarket ou Princess Street, ou Rose Street, que oferece mais pubs do que qualquer outra rua de Edimburgo. E qualquer que seja o seu gosto musical, você certamente o encontrará em um dos locais de música ao vivo de Edimburgo. Experimente o The Caves ou o Bannerman’s para os shows intimistas, ou os locais mais amplos, como o HMV Picture House ou o The Queen’s Hall, para os espetáculos mais convencionais. Continuar lendo
Olá viajantes! tudo bom?
Estive duas vezes na Holanda. A primeira quando fiz intercâmbio em La Rochelle (França) e a segunda quando fiz intercâmbio em Colônia (Alemanha). Nas suas vezes apenas por um final de semana e apenas para AMSTERDAM então claro, conheci apenas as atrações básicas como o museu Anne Frank, Van Gogh etc mas não tenho vivência suficiente no país para falar mais a fundo de suas particularidades. Por isso, para escrever este post, pedi ajuda do Daniel Duclos ou simplemente Ducs, um brazuca morando com a esposa e filha na Holanda desde fins de 2007 e autor do blog: www.ducsamsterdam.net
Vamos as perguntas:
1) Por que Holanda?!
Ducs: “A gente não escolheu a Holanda, ela nos escolheu. pelo menos em princípio: a Carla (minha esposa) recebeu proposta pra vir seis meses pra cá. Nós estamos há 5 anos… nos encontramos nesse país, pequeno por fora mas imenso culturalmente”.
2) Quais as vantagens e desvantagens do pais para um intercambista brasileiro?!
Ducs: “As vantagens: Excelente educação, excelente infraestrutura e fácil locomoção, o inglês é amplamente falado. Desvantagens: É caro e o tempo não é exatamente o ponto forte pra ninguém, intercambista ou não 😉
3) o holandês e mesmo tao liberal assim?? Continuar lendo
Uma viagem ao exterior exige muito planejamento. É preciso pesquisar as melhores agências, os menores preços, os destinos que mais atendem aos objetivos do turista e guardar muito dinheiro, de forma que o projeto caiba no seu bolso.
E para quem quer viajar para o exterior gastando pouco e com qualidade outra dica é programar a viagem para a baixa temporada (de março a junho e de setembro a novembro), quando o bilhete chega a custar 40% menos que na época de férias.
Também escolha viajar durante a semana, as companhias aéreas têm passagens 5% mais em conta nesses dias. E opte por viajar com um pacote fechado. Assim não terá como gastar com despesas extras além do combinado com a agência de viagem.
Se quiser economizar na hospedagem, saiba que na baixa temporada os descontos na diária chegam a 50%. Os resorts oferecem promoções de segunda a quinta-feira e os hotéis mais afastados do centro sempre são benéficos para o seu bolso.
Outra dica importante é economizar na alimentação. Por exemplo: na Espanha uma refeição com salada, prato quente, pão, vinho e sobremesa custa cerca de US$ 8 (pouco mais de R$ 16). Restaurantes que possuem bufê self-service também são recomendados para quem quer pagar pouco e comer bem.
Para quem for viajar para a Europa, uma sugestão é optar pelos trens. O velho continente possui uma malha ferroviária ampla e oferece paisagens diversas e de tirar o fôlego. O passageiro que escolhe esse meio de transporte tem plena liberdade para montar seu próprio itinerário e ficar o tempo que quiser durante os trajetos.
Economia em acomodações, poltronas espaçosas, bares e bistrôs são alguns dos benefícios dos trens. Viagens noturnas também não pesam no bolso. Além de usufruir de telefones, vídeos e computadores dentro do próprio vagão, os trens são econômicos em outros aspectos: famílias ou amigos viajando juntos economizam dinheiro quando compram um passe SAVER. Crianças com menos de 12 anos pagam meia tarifa e pessoas com mais de 60 anos possuem tarifas especiais em diversos passes. Continuar lendo
Viajar, Viajar, Viajar, tem coisa melhor?
Acabei de chegar de férias e escolhi revisitar um lugar que amo: Londres. Depois de uma semana na terra da Rainha, segui para descobrir dois países inéditos para mim: Croácia e Ilha de Malta (claro, assunto para os próximos posts de viagem).
Começando por Londres, fora os tradicionais pontos turísticos como Big Ben / Parlamento, London Eye, Tower of London / London Tower Bridge, Westminster Abbey, St Paul’s Cathedral, etc, gostaria de citar nesse post um TOP 10 coisas que acho que realmente vale à pena visitar (e revisitar sempre)! Olha só:
1) TATE MODERN: É um dos melhores museus da vida, é incrível! Era uma antiga fábrica que poluía muito Londres, por isso, ficou fechada durante muito tempo e foi reaberta como um museu. Após a visitação, sugiro voltar pela Millenium Bridge até a St Pauls Cathedral. Se der tempo, juntinho da Tate, beirando o rio, tem o teatro The Globe, de Shakespeare. Lá eu assisti Romeu e Julieta e foi maravilhoso! Continuar lendo
Olá viajantes!
Tudo bom?
Tudo bom?! Estou de volta das minhas férias! Quem me acompanha no Instagram (@mottamarina) sabe que estive em Londres e depois segui para a Croácia e Ilha de Malta…Em breve posts bem legais sobre estes destinos!
Ainda em clima de dia dos namorados, lembram que ano retrasado estive na Austrália?! (Leia: 10 motivos para fazer intercâmbio na Austrália) olha só que campanha criativa: Uma cafeteria em Sydney, na Austrália, está fazendo sucesso com uma promoção diferente no mês de junho. Entre as 9h e as 11h da manhã, todos os casais que entrarem para pedir um café no local pagam com um beijo. Que meigo não?!
A campanha “Pay with a kiss” (“Pague com um beijo”, em português) tem até vídeo no Youtube. Os casais são abordados por um funcionário da cafeteria Metro St. James que diz que eles podem pagar o café com um “beijo de verdade”.
Dá uma olhada no vídeo Pay With a Kiss
Bjs e até a próxima viagem!
Marina.
Não me levem a mal, amo tecnologia. E, principalmente me fascino a cada dia com as incríveis funcionalidades de aplicativos das mais diversas categorias que surgiram para facilitar a nossa vida. O mundo na palma da mão, isto nunca foi tão verdade quanto no tempo dos smartphones. Jogar, ler, pesquisar, trocar ideias, se socializar ou namorar.
Palavras escritas têm uma vantagem. Ficam para sempre. Ou uma desvantagem, dependendo do que se escreva. O ponto aqui é: Quais lugares hoje no mundo é possível ficar off-line? Não por opção, mas por circunstância. Poucos. Isso,consequentemente nos remete a uma outra questão:
O quão importante é se permitir (assim sem culpa) encontra-se consigo mesmo – sem ser interrompido por um toque, ou um aviso para informar o que quer que seja?
A vida é curta, isto sempre soubemos. O dia também ficou mais curto. São tantas as formas de interação virtual que por mais que você ache que está “em dia” com o facebook, está lá o instagram e o twitter para te provar que ainda restam 50 minutos para enfim desligar tudo.
Desligar também pode significar produzir, criar, o tal ócio criativo que falava Domenico de Maggi.
Em um avião, você pode se permitir descobrir o outro sem interrupções tecnológicas ou descobrir a si mesmo com uma leitura ou uma reflexão.
Não sei se isso faz algum sentido para você, mas ler um livro inteiro em um voo Recife – São Paulo me traz tamanho prazer. São 3 horas minhas, de direito.para cochilar ou despertar sem compromisso.
Porém, assim como a vida, o voo é curto. Já está pousando em meio aos avisos de apertar cintos e é tempo de voltar a ficar on-line, no mundo real e virtual e não naquele no meio das nuvens e mais perto do céu.
(Hoje viajo para merecidas férias e terei chance de ler muitos livros já que as horas de voo prometem…Destino: surprise!. Quando eu voltar,teremos muitos novos posts no blog).
Bjs, e até a volta!
Marina.