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Intercâmbio na Austrália: Mergulhe nessa aventura e use filtro solar!

21 de agosto de 2010 | Postado por Marina em Austrália

Conhecido como “um Brasil que deu certo” pelo fato de ter belezas naturais, clima excelente, belas praias e muita natureza, porém, ser muita segurança e ter pouquíssima criminalidade, a Austrália é, realmente um sucesso! Mal dá para acreditar que, a Austrália foi descoberta uns 200 anos depois do Brasil e que, ainda por cima os Ingleses fizeram a ilha de prisão para as piores figurinhas ou, como chamamos em Recife, “alminhas sebosas” da Inglaterra.

Pois bem, mesmo assim a Austrália conseguiu ultrapassar o Brasil em muitos aspectos. Em minha opinião, o único defeito da Austrália é que é muito longe! Longe do Brasil, dos EUA, da Europa! Ou seja, simplesmente longe da gente! Fica perto, no entanto, da Nova Zelândia, e de vários países asiáticos, Japão, China, Indonésia…A viagem para lá é longa, levamos mais de 24h para chegar, mas todos que já foram,vão concordar, a distância vale a pena, com certeza!

Outro detalhe é que o fuso horário de 13h faz com que todas as vezes que queremos falar com o Brasil tenhamos que fazer continhas para saber se não vamos acordar todo mundo! Em contrapartida, eles são um dos primeiros a comemorar o Ano Novo! Já que com esta diferença toda acabam rompendo o dia 31 de Dezembro vem antes que a gente!

A Austrália não é feita só de Cangurus, Coalas e tribos aborígines (apesar de eles serem uma atração à parte e motivo de foto obrigatória), mas o País é mesmo especial! É uma terra de contrastes: praias douradas e arrebatadoras, ricos recifes de corais com vida marinha, uma das sete maravilhas do mundo – A grande barreira de corais, florestas tropicais, montanhas e, no centro, vastas terras para pasto e desertos. É, também, o único país a ocupar um continente inteiro. Cercado pelos oceanos Índico e Pacífico.

Diferente do que muitos pensam, a capital da Austrália não é Sydney, É Canberra que uma cidade planejada e sofisticada, construída em torno de um lago artificial, algo como Brasília melhorada…kkkkk

No entanto, Sydney, na verdade, é a maior, a mais velha e a mais famosa cidade da Austrália. Esta cidade cosmopolita se localiza em um porto espetacular que é freqüentemente considerado um dos mais bonitos do mundo. Sydney é famosa por suas praias urbanas e eventos culturais. Em 2000, Sydney hospedou os “melhores” jogos olímpicos já realizados. Em Sydney o estudante pode optar poder uma escola no centro, em Bondi Beach o local da galera descolada ou ainda em Mainly que é a preferida dos surfistas.

Aos 16 anos, fiz um intercâmbio de 1 mês em Sydney e estudei na escola SELC (http://selc.com.au/) que fica em Bondi Junction, Entre Bondi Beach e o centro e,tive a sorte de morar em uma casa de família na badalada Bondi Beach. Adorei a minha experiência por lá. Os Australianos são normalmente muito abertos e receptivos e, depois do meu curso, fiz uma viagem de 15 dias (tour contiki: www.contiki.com) pela costa da Austrália subindo até Cairns onde pude fazer uma das coisas mais fascinantes da minha vida – Mergulhar na grande barreira de corais! Uma experiência única! Fernando de Noronha é muito bom, mas a barreira de corais é realmente muito melhor!

Como, nesta viagem, também pude conhecer outras cidades, vou falar um pouquinho delas:

Brisbane, a terceira maior cidade da Austrália. Atividades se centralizam em torno do Rio Brisbane com restaurante beira rio, mercados, parques e calçadas beira-rio. Uma vantagem é que, normalmente, tem menos brasileiros do que Sydney.

À uma hora do sul de Brisbane encontra-se uma extensão do Oceano Pacífico com praias de surfe e resorts conhecida como Gold Coast. À mesma distância ao norte está a Sunshine Coast – um encadeamento de praias igualmente popular.

Já no sul da Austrália, abaixo de Sydney, portanto, não cheguei a conhecer, tem a cidade de Melbourne que é um mundialmente renomado centro cultural, artístico, e financeiro. É uma cidade com um clima mais frio e com um estilo mais europeu.

Em todas estas cidades existem colégios para você fazer um programa de high school (colegial no exterior) e, também escolas legais de idiomas para você fazer curso de inglês geral ou com foco em negócios, certificados e, ainda, combinar inglês com surf ou mergulho, ou seja, melhor impossível!

Entre algumas escolas de idiomas existem as seguintes: a Embassy Ces, o Eurocentres, a ACE, a Kaplan, e a SELC, sendo, esta última, a escola que eu estudei. É importante saber que até mesmo pela localização da Austrália no mapa, existe uma grande concentração de alunos asiáticos na maioria das escolas, mas também tem europeus, latinos etc. E outra coisa é que a Austrália fica embaixo no buraco na camada de ozônio então, força no protetor solar, já que os índices de câncer de pele são maiores por lá.  

Outra grande vantagem é a empregabilidade:Estudantes com visto acima de quatro meses, podem trabalhar legalmente no país; inclusivive o escriório do STB em Sydney (www.stb.com.br) ajuda os intercambistas com este objetivo – encontrar emprego por lá!

 

Então gente, é isto: Diversidade, inovação e excelência definem a educação que a Austrália tem a oferecer. Explore as possibilidades da educação Australiana neste país lindo, acolhedor e com pessoas amigáveis.

É raro um estudante estrangeiro reclamar sobre sua estadia na Austrália. Pelo contrário, quase todos têm uma boa experiência e regressam ao seu país com uma qualificação reconhecida, experiência internacional. 

Esperam que tenham gostado de conhecer um pouco mais da Austrália, como dizem os australianos: G´day!

E, até a próxima viagem!

Bjs

Marina

Intercâmbio na Nova Zelândia: “New Zealand – Paradise can not be far from it!!!”

13 de julho de 2010 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

Em 2006 fiz uma viagem de duas semanas pela Nova Zelândia e fiquei completamente apaixonada por este país! Definitivamente tenho que concordar com uma placa que li na cidade Whangarei bem ao norte do país que dizia: “New Zealand – Paradise can not be far from it!!!” Pude percorrer as duas ilhas que formam a Nova Zelândia e visitei as principais cidades, meu roteiro foi o seguinte: Recife – São Paulo – Santiago – Auckland – Whangarei – Tutukaka – Whangarei – Hamilton – New Plymouth – Dunedin – Christchurch – Auckland – Santiago – São Paulo – Recife.

ILHA NORTE:

Considero a ilha norte “The Real New Zealand”, nesta região a cultura é mais forte, o pessoal é mais descontraído e o clima é super quente.

Na primeira parada, Auckland (maior cidade do país), podemos sentir a tranqüilidade da Nova Zelândia mesclada a um certo agito de um grande centro. É de se impressionar a quantidade de barcos, a relação é de dois barcos a cada três habitantes.

Dentre os pontos turísticos visitados, o primeiro foi o Museu de Auckland para ver uma apresentação Maori (primeiros habitantes da ilha).

Calma, ao mostrar a língua, não estamos querendo assustar você! Segundo as tradições maoris, isto, na verdade, “espanta os maus espíritos”! ahhhhhh, tá, agora sim! KIA ORA HAERE MAI (“Olá!seja bem vindo!” em Maori)

No caminho, passamos por um parque chamado “Domain” que é super bonito. Depois seguimos para o “Mont Éden” onde se pode ver uma bela vista da cidade e, finalmente, todo o grupo seguiu para o Downtown, onde, vimos muitas lojas de souvenirs:

Você não pode sair da Nova Zelândia sem pelo menos uma dessas lembranças:

A) Cosméticos de Kiwis fruit: A palavra Kiwi é, sem dúvida a palavra que você mais vai ouvir no país isto porque ela pode ter 3 significados: – A fruta – Um pássaro – Quem nasce na Nova Zelândia

B) Ovelhas de Pelúcia Existem mais ovelhas do que pessoas na Nova Zelândia, este é sem, dúvida um animal típico do país.

C) Jóias de pedra Jade e Paua Shell

D) Artigos esportivos do All Blacks, o melhor time de Rugby do mundo e um orgulho nacional.

A próxima parada foi a cidade de Whangarei bem ao norte, é uma cidade super charmosa. O centrinho da cidade é muito fofo e tem tudo! super bem servida de restaurantes e lojinhas. Whangarei é próxima à região de Bay of Islands e à Tutukaka onde se situa “Poor Knight Islands” considerado o melhor lugar para mergulho da Nova Zelândia. É claro que eu não deixei de experimentar!

 

A região lembra um pouco Fernando de Noronha;

O Clima é maravilhoso, tem lindas praias, ideal para a prática de esportes náuticos, as paisagens são paradisíacas, a gente simpática e hospitaleira e a cultura Maori é forte e rica.

 Terceira cidade: Hamilton, é uma cidade grande, parece que você está nos EUA, tem uma universidade enorme (The University of Waikato) por isto tem mais Pub’s e uma cerca vida noturna. Tem o maior Rio do país fica a cerca de 40 minutos de Raglan – uma das melhores regiões de Surf da Nova Zelândia.

A cidade de Rotorua, uma das cidades mais turísticas da Nova Zelândia é famosa por suas termas e pela forte cultura Maori, também fica próximo a Waitomo Caves, também bastante turístico e bonito.

A cidade de Taupo também é próxima de Rotorua tem brilho próprio, pelo seu famoso lago e pelos esportes radicais que, inclusive, são mais baratos do que em Queenstown. A cidade também é próxima de montanhas para a práticas de esportes de inverno. New Plymouth, é uma cidade pequena, todo mundo conhece todo mundo, muito segura, o clima estava quente e agradável no verão, tem acesso à praias para Surf e acesso à montanhas para prática de Esqui e Snowboard.

 ILHA SUL:

A primeira parada da ilha sul foi a cidade de Dunedin que significa “a Escócia do Sul”, parece realmente que você está na Europa, pelo clima mais frio e pelas construções, porém com a grande diferença dos neozelandeses serem mais simpáticos e abertos.

A cidade fica próximo à Queestown, região mais famosa para prática de esportes radicais Curiosidade: Para pular dos três Buggy-jumps a chamada “Trilogia” o preço é em torno de NZD 300,00.

Tem também a região de Milford Sounds com lindos Fiordes e Mount Cook, ideal para esquiar e andar de snowboard.

 A última parada Christchurch, cidade bastante européia, é considerada a cidade mais inglesa fora da Inglaterra, é também uma das maiores cidades do país.

Bem, como deu para perceber, gostei muito da Nova Zelândia, para quem quer aprender inglês num estilo bem descontraído, aprecia a natureza e adora praticar esportes radicais ao ar livre, a Nova Zelândia é uma ótima escolha! As pessoas são mais puras e do que os EUA, mais simpáticas e mais abertas à diferentes culturas do que a Inglaterra. O Clima é mais ameno e quente do que o Canadá e sotaque menos forte do que o da Austrália.

A maior parte dos ccursos de idiomas estão nas cidades de Auckland (Ilha Norte) e Christchurch (Ilha Sul). Alguns exemplos de boas escolas são: ELA, Language International, Dominion, Embassy Ces, Eurocentres….

Já para quem pretende fazer High School por ficar nas cidades menores como estas que eu estive em minha viagem e,com certeza vão gostar muito!

Espero que tenham gostado da Nova Zelândia!  Esta imagem típica abaixo é é o Hongi -que, em Maori significa  “o sopro da vida”, é assim que você se torna “tangata whenua” ou, uma “pessoa da terra, da Nova Zelândia”….

No próximo post, falaremos de intercâmbio na França!

Bjs e até a próxima viagem!

Marina.

Intercâmbio no Canadá!

16 de junho de 2010 | Postado por Marina em Canada

O Canadá é o hoje o lugar de destino da maioria dos brasileiros que vão realizar um curso de idioma no exterior e está na segunda posição (atrás apenas dos EUA) para os programas de High School (Colegial no Exterior). Surpreendentemente, o Brasil e, principalmente, o nordeste do País (onde a diferença de clima para o Canadá e ainda maior) também ocupa as primeiras posições mundiais do processo de Imigração de profissionais qualificados promovido pela província de Quebec.

 

Então, como diz o matuto, vamos começar do começo: Quando foi que isto tudo começou e porque o Canadá se transformou em um hit entre brasileiros?

Fiz um curso de inglês para negócios por seis meses no Canadá de Janeiro a Julho de 2000. Hoje, faz exatamente 10 anos que tive a minha experiência como estudante intercambista nas cidades de Vancouver (três primeiros meses) e Toronto (três últimos meses) e, de lá para cá, tive oportunidade de voltar ao Canadá, ano passado, por motivo de trabalho e, já percebi algumas mudanças por lá!

Vamos primeiro a alguns aspectos básicos: O Canadá é o segundo maior país do mundo. As suas principais cidades e regiões habitadas fazem fronteira com os EUA e o País tem como idiomas oficiais o inglês e o Francês. No entanto, extra-oficialmente a única província que de fato fala o Francês nas ruas, restaurantes em casa etc., é a província de Quebec que tem Quebec city e Montreal como as suas principais cidades, sendo a primeira 100% francesa e a última 100% bilíngüe (inglês + Francês) sendo que com maioria de mais de mais de 60% de predominância da língua francesa. Isto quer dizer que em cidades como Vancouver, Toronto, Calgary, Ottawa, etc., o francês será estudado nas escolas de high school como idioma adicional (assim como temos o inglês ou o espanhol em algumas escolas no Brasil), mas este idioma não será ouvido normalmente em serviços como restaurantes, etc., e nas casas de família.

Por esta razão, quem pretende aprender ou estudar o francês a escolha deve ser a província de Quebec. Da mesma forma, para quem pretende imigrar no Canadá, pelo fato de Quebec ter interesse em falantes do idioma francês, já que grande parte da sua população seguiu para centros anglofones como Toronto, Quebec também apresenta estímulo para estes interessados.

E se o objetivo é aperfeiçoar o inglês no Canadá? Neste caso, as opções de cidades são inúmeras e  vão desde cidades pequenas e médias como as escolhidas por clientes mais jovens que fazem o colegial (high school) no País até os estudantes jovens maiores de 18 anos e executivos que fazem com que Toronto, Vancouver e Calgary sejam os destinos mais freqüentes.

Quando a idéia é aprender inglês e francês simultaneamente ou aprender um dos dois idiomas e você não se importar em  ouvir frequentemente ambos no dia a dia, Montreal também fica nesta lista entre os mais procurados para cursos de idiomas.

Mas, respondendo a nosso pergunta do inicio do post, porque será mesmo que o Canadá é a opção de 7 em cada 10 brasileiros que vão fazer um curso no exterior?

Primeiro lugar: Preço. De 2000 (quando fiz meu intercâmbio por lá) para cá os valores se tornaram cada vez mais atraentes no que concerne pacotes que inclui curso + acomodação em casa de família com refeições e material didático já inclusos. Este pacotinho básico é mais barato no Canadá, do que, por exemplo, na Inglaterra ou nos EUA. E o valor total envolvendo passagem aérea também fica mais em conta do que Nova Zelândia e Austrália já que  estes são destinos mais longe do Brasil e, por isto, a passagem aérea normalmente é quase o dobro para a Oceania.

O Canadá é bonito, seguro, limpo, seu povo é receptivo e gentil e o dólar canadense esta próximo ao americano, ou seja, algo como quase 2×1 em relação ao nosso Real.

Com cidades cosmopolitas como Toronto e Montreal,  belezas naturais e montanhas como em Vancouver, o Canadá é, então, a opção perfeita ,certo? Em termos: O Canadá é realmente uma opção muito boa, mas é importante que saibamos de alguns detalhes antes de optar por ele:

1)     Sim, têm muitos brasileiros, principalmente em Vancouver, Toronto e Montreal. Qual seria a alternativa? Ter força de vontade e se esforçar para não se juntar os amigos bazucas e deixar de praticar o idioma ou, no caso dos alunos de high school, ter a maturidade de escolher cidades menores, menos internacionais e realmente canadenses para que a experiência de intercambio seja o mais genuína possível.

2)     Sim, ir para a escola de manha com uma temperatura de – 40 graus negativos é mais difícil. O estudante que opta pelo Canadá tem que estar preparado não só com casacos, mas também psicologicamente para invernos rigorosos. A boa notícia é que o País é muito bem preparados para isto com transportes públicos excelentes, pontuais e totalmente interligados, visando que a gente passe o menor tempo possível exposto ao frio e, em cidades como Vancouver e, para ser mais preciso, em toda a província de British Columbia, que é banhada pelo oceano pacífico, o inverno tende a ser bem menos rigoroso, com temperaturas, muitas vezes, positivas, ou próximas a zero e com a vantagem de ter vários spots de esqui e snowboard perto da cidade.

 Ou seja, tem neve nas montanhas, mas não tem muita neve nas cidades. Situação perfeita para tirar proveito do inverno da melhor maneira possível. Como estava em Vancouver de Janeiro a Abril de 2000, quase todos os fins de semana ia esquiar em lugares como grouse mountain, cypress e, eventualmente Whistler, maior estação de esqui da América do Norte e que fica a cerca de 2h de carro de Vancouver.

3)     Diferentemente da Irlanda, da Austrália e da Inglaterra, brasileiros com visto de estudante NÃO podem automaticamente  trabalhar de forma legal no Canadá. Portanto, se seu objetivo é combinar estudo+ trabalho, minha dica é já sair do Brasil matriculado em um programa assim.]

 Existem várias opções neste sentido que propõem, por exemplo, três meses estudando+ três meses trabalhando ou seis meses estudando de manha e trabalhando à tarde.

É importante frisar que estas funções de trabalho são sempre operacionais e remuneradas e tem como objetivo principal a prática do idioma no dia a dia de trabalho e não, necessariamente,  ter uma experiência na área de formação ou juntar dinheiro. Já que o valor pago (media de CAD 10 por hora trabalhada visa ajudar na manutenção do estudante no País).

 O importante é que o seu visto de estudante tenha desde o Brasil o work permit, ou seja, permissão de trabalho. Caso contrário, conseguir isto depois que já estiver lá e,  sem estar vinculado a nenhum programa assim é muito mais difícil, na verdade, diria, quase impossível.

4)     Como já falamos o Canadá é um país grande, de dimensões continentais e, se a idéia é viajar muito para conhecer vários países (como fazemos na Europa), é importante saber que, fazendo o intercâmbio no Canadá, as possíveis viagens antes, durante ou após o seu curso seriam dentro do Canadá mesmo ou no país com o qual ele faz fronteira, os EUA. Portanto. Para quem opta por Toronto ou Montreal, apesar de serem cidades mais frias no inverno, elas ficam próximas entre si e também não ficarão longe de cidades como Ottawa, Quebec City, Niagara Falls, Boston, Chicago, Philadelphia, e até Nova Iorque (cerca de 6 h de ônibus de Montreal ou de Toronto ou apenas 1 hora de vôo).

Já Vancouver, que fica no outro extremo (cerca de 4h de vôo de Toronto) ficará perto apenas da ilha de Vancouver (vancouver island), estações de esqui como Whistler e a cidade de Seattle (EUA) que fica a cerca de 2h de Vancouver.

 Calgary, por sua vez, ficará próxima apenas de estações de esqui das montanhas rochosas e de algumas cidades canadenses como Edmonton, Jasper e outras.

5)     O Canadá é um País novo, mais novo do que o Brasil e, assim como tem a grande vantagem de não ser um lugar onde vemos muito preconceito ou discriminação,  é importante que o estudante também viaje com esta  idéia. Explico: Todas as casas de família no Canadá tendem a ter algum background (descendência) de outro País. Portanto, é comum que um dos membros seja de outro país, como por exemplo, Grécia, Marrocos, índia, Japão, Coréia.

Enfim. São imigrantes ou filhos de imigrantes que falam inglês fluentemente e que o inglês é o idioma oficial da casa. Porém, o canadense típico, assim como o brasileiro, não tem cara. Pode ser descendente de europeu, asiático, latino, indiano. Enfim. Isto é uma das coisas mais bonitas do Canadá. Todos são canadenses e não existe nenhuma diferença entre eles.

Dito isto, as opções de cursos de idiomas ou idiomas com o foco em objetivos específicos são inúmeras. Pode-se realizar desde programas básicos a partir de duas semanas de apenas idioma com carga horária mais ou menos intensiva até idiomas com ênfase em negócios, preparatórios para certificados como o TOEFL, o Cambridge ou o IELTS. Ou, ainda, fazer um curso de idioma e combinar com um estágio não remunerado em sua área de formação ou estudo. As opções de acomodação não precisam ser unicamente casas de família. Podem ser também residências estudantis ou flats. As escolas normalmente ficam no centro da cidade e as casas de família em áreas residenciais a cerca de 30 a 50 minutos do centro.

Eu estudei por seis meses no Canadá e não troco a minha experiência lá por nada! Fiquei na escola PLI e gostei muito, mas tinha amigos em outras escolas e conheci estas outras opções também: LSC, Eurocentres, ILSC, ILAC e ELS e todas tem bons professores, boas instalações, preços competitivos e escolas em mais de uma cidade o que torna  possível combinar cidades sem perder o conteúdo de estudos.

Então pessoal, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais do Canadá! No próximo post, falaremos da Inglaterra!

Bjs e até a próxima viagem!

Marina

contato@marinamotta.com.br

INTERCAMBIO NA IRLANDA!

22 de março de 2010 | Postado por Marina em Intercâmbio de A a Z

22/03/10

INTERCAMBIO NA IRLANDA!

Have you ever thought about having an Irish experience? Why Not?

O país de gente alegre, dos pubs e da cerveja Guinness que ficou muito na moda há cerca de três anos esta voltando a ser procurado em 2010 principalmente pelos intercambistas que planejam estudar mais de 25 semanas na Europa e tem interesse de trabalhar até 20 horas por semana de forma legal paralelamente.

Uma das razões deste “revival” com a Irlanda é o aumento de regras impostas pelas autoridades britânicas para a entrada de pessoas no seu vizinho – a Inglaterra, que, por sua vez, também determinou uma a diminuição de carga horária de 20 para no máximo 10 horas semanais de trabalho para portadores de visto de estudante.

Estive na Irlanda a turismo em 2008 e minhas impressões foram super positivas, portanto, atendendo a solicitação da leitora Cynara, neste blog vou falar um pouquinho sobre este destino.

A terra de bandas como U2 e Cranberries adota o Euro como moeda oficial (mais barato que a libra esterlina britânica) e tem chuvas freqüentes que mantêm sempre verdes, as paisagens do interior enquanto que e as cidades grandes ficam, por sua vez, repletas de guarda-chuvas por toda parte… As portas das casas e até de algumas Igrejas são de cores variadas como verde, vermelha, amarela, azul ou até preta, isto é definitivamente a cara do País, assim como o trevinho da sorte que acaba sendo um souvenir obrigatório.

 Historicamente, o herói nacional é o líder político Charles Stewart Parnell (1846 -1891) que lutou pela independência da Inglaterra. Os irlandeses cultivam sua tradição e cultura através de danças, da música e são muito patrióticos.

Em Dublin, uma mini-Londres e a capital do país, existem boas escolas de idiomas e muitos intercambistas de toda a Europa, quando estive lá, visitei a Alpha College (parceira local da global Eurocentres) e a Emerald. Ambas tinham uma estrutura de professores e física muito boa. O Alpha college, fica localizada no centro da cidade, perto de ruas de comércio como a O’connell street (tipo a Champs Elisée de Paris), a Grafton street (a rua mais cara) e a Henry Street, sendo esta ultima mais acessível pelo fato de ser apenas de pedestres. Já a escola Emerald fica em um lindo bairro residencial a menos de 10 minutos de LUAS (espécie de bonde rápido) do centro.

À noite, a galera jovem se encontra nos milhares de pubs para ouvir bandas de rock como os Conwell Pub e Belvedere Hotel Pub.

Nos finais de semana, viajar é super fácil através das cias aéreas low cost (baratas) irlandesas que voam por toda a Europa como a Ryanair.

Para os que querem ter uma experiência ainda mais irlandesa, a cidade de Galway, a pouco mais de 2 h da capital também pode ser uma boa opção, com custo de vida mais barato que Dublin, com menos brasileiros, belas paisagens e uma população que não passa de 100.000 habitantes, a escola de idiomas que leva o mesmo nome da cidade, oferece tanto cursos de inglês geral quanto cursos voltados para marketing, negócios e turismo.

E aí? O que acharam da sugestão? Além de aprender ou aperfeiçoar o inglês, poder trabalhar legalmente, viajar pela Europa e ter uma experiência fantástica, quem sabe você pode ate esbarrar com os conterrâneos Colin Farrell ou Bono Vox em qualquer pub night dessas!

Bjs e até a próxima viagem!

Marina

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